quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

A Livraria dos Segredos

 


Num tempo em que tanto se fala da importância da memória, da empatia e da coragem individual, A livraria dos segredos, de Kerry Barrett, surge como um convite delicado, mas poderoso à reflexão sobre o papel dos livros nas nossas vidas.

Passado em Lisboa, durante a Segunda Guerra Mundial, este romance leva-nos a uma cidade que, apesar da sua neutralidade oficial, se tornou ponto de passagem para refugiados, espiões e tantas vidas suspensas entre partidas e chegadas. Mais do que um espaço físico, a livraria, um refúgio improvável, torna-se símbolo de resistência silenciosa, de esperança e de ligação humana. No meio das dificuldades, os livros assumem-se como pontes: aproximam pessoas, guardam segredos, alimentam sonhos e oferecem consolo.

A autora constrói personagens humanas, imperfeitas e corajosas, com as quais é fácil criar empatia. Ao longo da narrativa, somos levados a questionar: que escolhas faríamos nós em tempos difíceis? Que riscos estaríamos dispostos a correr para proteger aquilo em que acreditamos?

Este é um livro particularmente especial. Não apenas pela qualidade da narrativa, mas pela mensagem que transmite: ler é um ato de liberdade!

Recomendo A livraria dos segredos a todos aqueles que apreciam romances históricos com emoção, suspense subtil e uma forte dimensão humana.

Num mundo cada vez mais acelerado, talvez todos precisemos de encontrar a nossa própria “livraria dos segredos”: um lugar onde as palavras nos ajudam a compreender melhor os outros e a nós próprios.

Cláudia Nascimento
(Docente de Artes Visuais)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Eu não quero largar o telemóvel

 


O livro “Eu não quero largar o telemóvel” foi escrito por A. P. Hernández, que é o nome usado pelo autor Antonio Pérez Hernández. Ele é professor e pedagogo, e escreve muitos livros para crianças e jovens sobre temas do dia a dia que ajudam a pensar e refletir enquanto se lê.

O livro fala sobre um problema que acontece com muitas crianças e jovens: passar demasiado tempo ao telemóvel. A história mostra uma criança que está sempre a olhar para o ecrã e quase não liga ao que se passa à sua volta.

Ao longo do livro, percebemos que o telemóvel começa a causar problemas. A personagem deixa de brincar, de falar com a família e de passar tempo com os amigos. Isso faz com que se afaste das pessoas e perca momentos importantes do dia a dia. É fácil identificarmo-nos com a história, porque muitos de nós também usamos o telemóvel durante muito tempo.

O livro ensina que o telemóvel pode ser divertido e útil, mas que não deve ser usado em excesso. Através da história, aprendemos que existem muitas coisas boas fora do ecrã, como brincar, conversar, imaginar e estar com quem gostamos.

A leitura é simples e fácil de entender. A história é interessante e faz-nos pensar nos nossos próprios hábitos. Não é um livro aborrecido e passa a sua mensagem de forma clara.

No final, “Eu não quero largar o telemóvel” mostra a importância de encontrar um equilíbrio entre a tecnologia e a vida real. Faz-nos perceber que, às vezes, largar o telemóvel pode tornar o nosso dia mais divertido e feliz.

“Lembra-te: ter um telemóvel é um privilégio, mas vem com grandes responsabilidades!” A. P. Hernández


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A Turma 6RC:

Afonso Ferreira; Afonso Nogueira; Fernando Moreira; Gabriel Gomes; Letícia Bessa; Mafalda Silva; Maria Inês Antas; Martim Coelho; Matilde Luís; Rodrigo Barroso; Rodrigo Ferreira; Rodrigo Coelho; Rodrigo Ribeiro; Rodrigo Pinheiro; Santiago Moreira; Santiago Silva; Sofia Barbosa; Vicente Carvalho; Vitória Coelho e Vitória Andrade

A maior Flor do Mundo

 


"A Maior Flor do Mundo" é um conto do escritor português José Saramago, publicado em 2000. A história, é dirigida principalmente a crianças e aborda temas como: a generosidade, sacrifício e a importância de agir em prol do bem coletivo.

Resumo:

O livro conta a história de um menino que encontra uma flor no campo. Esta flor, é descrita como sendo "a maior flor do mundo". Quando o menino se depara com aquela flor murcha decide que precisa cuidar dela. Ele começa a regá-la e a tratá-la com muito carinho, mas a flor, precisa de uma atenção constante, e isso vai se tornando cada vez mais difícil.

O menino começa a perceber que, para continuar a cuidar da flor, ele precisará sacrificar outras coisas da sua vida, inclusive o tempo que poderia passar com os amigos ou até mesmo nas suas atividades diárias.

O autor usa a flor como uma metáfora para as grandes tarefas que, por serem importantes, exigem dedicação e esforço.

Mensagem central:

A história transmite a mensagem de que, às vezes, temos de fazer escolhas difíceis e que devemo-nos sacrificar pelo bem de algo maior. A flor representa algo grandioso e valioso, mas que exige esforço e cuidado. O livro também toca em questões como a responsabilidade e o papel do indivíduo na preservação e melhoria do mundo ao seu redor.

Com uma linguagem poética e delicada, Saramago cria uma narrativa que nos faz refletir sobre o que é realmente importante e como nossas ações podem impactar o mundo de maneira profunda.

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A turma 4CC:

Afonso Barbosa; Beatriz faria; César Oliveira; Daniel Faustino; David Rocha; Diana Alves; Francisco Marujo; Jéssica Ferreira; Joana Nunes; Kyara Barbosa; Luana Ribeiro; Luana Moreira; Luana Sousa; Lucas Ribeiro; Lucas Barros; Marco Oliveira; Martim Leão; Miguel Pereira; Nicolas Pinto; Rodrigo Rocha; Rodrigo Ferreira; Ronney Lucaio e Tomás Nunes

A Morte de Lord Edgware

 

“A Morte de Lord Edgware” é um romance policial de Agatha Christie, em que Hercule Poirot investiga o assassinato de Lord Edgware, um homem rico e pouco estimado, encontrado morto na sua própria casa. 

A vítima tinha uma relação conflituosa com a esposa, Jane Wilkinson, uma atriz famosa que desejava o divórcio e que rapidamente se tornou a principal suspeita, sobretudo por ter manifestado publicamente a intenção de se ver livre do marido.

Apesar das suspeitas, Jane apresenta um álibi aparentemente sólido, afirmando estar noutro local à hora do crime. 

À medida que Poirot aprofunda a investigação, surgem contradições nos testemunhos e revela-se uma rede de enganos, incluindo o uso de disfarces, identidades falsas e uma segunda morte que complica ainda mais o caso.

No desfecho, Poirot demonstra que Jane Wilkinson planeou meticulosamente os acontecimentos, aproveitando a sua semelhança com outra mulher para criar um álibi e eliminar quem pudesse comprometer o seu plano. 

O detetive prova, assim, que ela é a responsável pelos crimes, motivada pela ambição e pelo desejo de herdar a fortuna de Lord Edgware.

 

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A Turma 7RA:

Afonso Sousa, Afonso Silva, Aicha Moumni, Carolina Ferreira, Dinis Silva, Eduarda Barros, Francisca Morais, Isis Dos Santos, Joana Silva, João Pacheco, João Cruz, Lara Leal, Leonor Neto, Leonor Pinto, Leonor Oliveira, Luís Faustino , Matilde Araújo, Matilde Barbosa, Pedro Campos, Rúben Pimenta, Rúben Machado

Caraval

 


Caraval, de Stephanie Garber, é um romance, repleto de mistério, magia e ilusões.

A história acompanha Scarlett Dragna, uma jovem que vive sob o domínio abusivo do pai e cuja maior ambição é participar do lendário jogo Caraval.

Ao fugir para participar no jogo com a irmã Donatella, entram num mundo onde nada é o que parece e cada escolha pode alterar a realidade e o destino.

Trata-se de uma leitura recomendada para apreciadores de fantasia, que valorizam mundos criativos e uma experiência literária imersiva. O mundo mágico onde decorre a ação é muito bem descrito pela autora, permitindo ao leitor mergulhar na história, sentindo todas as sensações que estão a ser retratadas. A autora demonstra habilidade ao explorar temas

como a imaginação e a procura pela liberdade, mantendo uma tensão contínua ao longo da obra, apesar de o desenvolvimento das personagens não ser escrito com clareza.

No decorrer da obra assistimos ao jogo descrito de forma tão presente, que nos faz querer entrar para a obra, tomando as nossas próprias decisões e traçando o nosso caminho.

Desta forma, Caraval, de Stephanie Garber, é ideal para quem deseja romance, mistério, envolvência e magnetismo em um só livro, para se perder por horas num jogo sem fim e ver tomar as decisões mais arriscadas em prol de algo maior.

Em síntese, Caraval afirma-se como uma obra envolvente, que privilegia a atmosfera e o encantamento acima da profundidade psicológica das personagens. Ainda que existam algumas limitações no desenvolvimento destas, a narrativa consegue cativar pelo suspense constante e pela originalidade do universo criado, levando o leitor a questionar continuamente os limites entre ilusão e realidade.

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A turma 10RA:

Adriana Santos; Benedita Ferreira; Carolina Oliveira; Cleria Fonseca; Diogo Jesus; Elias Almeida; Francisca Neves; Gonçalo Bessa; Guilherme Sousa; Joana Ferreira; Lara Santos; Leonor Ribeiro; Leonor Fonseca; Madalena Pacheco; Mariana Silva; Pedro Santos; Rui Santos; Sara Mota; Leonor Pacheco; Marta Ribeiro; Maria Santos; Gonçalo Sousa; Inês Moura; Dinis Machado e Pedro Afonso Silva

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Powerless

 


Powerless é o primeiro livro da trilogia de Lauren Roberts, seguido por Reckless e Fearless. Trata-se de um livro de fantasia distópica com romance, cuja escrita é simples e envolvente, conseguindo transmitir emoções profundas de forma acessível, o que torna a leitura leve, mas, ao mesmo tempo, reflexiva. A história acompanha Paedyn, uma jovem sem poderes que vive numa sociedade dividida entre a elite poderosa e os ordinários, considerados inferiores e perigosos. Órfã desde cedo, Paedyn finge ter poderes para sobreviver na pobreza, até que um dia salva um dos príncipes do reino, mudando completamente o rumo da sua vida. Apesar de se tratar de um livro de fantasia, Powerless reflete problemas muito atuais, como a discriminação e a exclusão de grupos apenas por serem diferentes. Tal como no livro, também na nossa sociedade existem minorias atacadas sem motivo, uma realidade que deveria já ter sido ultrapassada. Recomendamos Powerless a todos os jovens leitores, pois é uma história envolvente que nos faz pensar e olhar para o mundo com mais atenção e empatia.

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A turma 11VB

Ana Alves; Bruno Barbosa; Daniel Cardoso; Guilherem Rangel; Iara Pires; Juliana Costa; Lara Oliveira; Leonor Pires; Luciana Silva; Mafalda Neto; Mara Silva; Matilde Andrade; Matilde Barros; Mayk Freitas; Naísa Silva; Sofia Brito e Tatiana Cardoso

Uma questão de cor



Os alunos da turma do 7RC apresentam, como sugestão literária para leitura, o livro: “Uma questão de Cor”. Este é um livro de literatura infantil escrito por Ana Saldanha, uma escritora portuguesa nascida no Porto em 1959 e Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas em 1981.


Sinopse do livro:

Esta história fala sobre Nina, uma rapariga que gosta muito de jogar no computador e que passa quase todo o tempo agarrada aos jogos, esquecendo-se muitas vezes dos trabalhos da escola.

Um dia, a mãe chama-a para jantar a pensar que ela estava a estudar, mas descobre que Nina ainda não tinha feito os trabalhos de Matemática. Isso provoca uma grande discussão entre os pais, por causa do computador que lhe tinham oferecido no Natal.

No meio da confusão, a mãe acaba por contar uma novidade: o primo Daniel vai passar a viver com eles. Nina fica muito curiosa e espantada, mas também um pouco irritada com a ideia. Quando Daniel chega, Nina não gosta nada da mudança, sobretudo porque têm de trocar de quartos. Ela acha o primo chato e egoísta e até cria uma base de dados no computador para falar mal dele.

Apesar disso, Nina tem uma relação muito próxima e carinhosa com os pais e com os avós, Olga e Gerardo. Quando a avó Olga sofre um ataque de coração, toda a família se une e Nina sente-se muito triste, mostrando o quanto gosta da família.

Com o tempo, Nina começa a ver Daniel de outra forma, especialmente quando ele é vítima de racismo na escola por ser mulato. Mesmo sentindo alguma vergonha, Nina defende o primo e fica do lado dele. Este acontecimento é muito importante na história, porque faz Nina mudar a sua maneira de pensar e agir. Daniel mostra ser uma pessoa especial, que acredita que devemos lutar pelo que é justo para melhorar a sociedade.

Na escola, Nina conhece Vítor, um rapaz inteligente e bonito que gosta dela e tenta aproximar-se, oferecendo-lhe presentes e ajudando-a nos trabalhos. Nina fica confusa com a situação, pois Vítor e os amigos perseguem Nina e Daniel com palavras ofensivas. O mesmo acontece no autocarro, onde Daniel sofre discriminação por causa da sua cor de pele. A avó

Olga dá-lhe conselhos sobre namoros, mas Nina acha que a avó não tem razão. Mais tarde, arrependido do seu comportamento, Vítor convida Nina e Daniel para a sua festa de aniversário. Daniel não quer ir, mas acaba por ir e consegue mostrar que não devemos dar importância a quem nos provoca e a isso faz-nos pensar sobre o perdão. No final, eles fazem as pazes e tornam-se amigos.

No fim da história, Nina reflete sobre tudo o que aconteceu e percebe que o computador não é o mais importante. Ela aprende a valorizar a amizade e entende que Daniel e Vítor não são más pessoas. Os três tornam-se grandes amigos e Nina passa a ver o primo com muito mais carinho.

Os alunos recomendam esta obra pelo interesse e pela relevância das principais linhas temáticas nela abordadas, destacando-se o racismo, o perdão, bem como a promoção da tolerância e do multiculturalismo.

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A turma 7RC
Anna Morais; Ariana Alves; Beatriz Almeida; Carolina Rocha; Dinis Campos; Duarte Santos; Erica Silva; Fernando Seabra; Francisco Rocha; Gonçalo Sousa; Guilherme Coelho; Hélder Silva; Joana Barbosa; João Siqueira; João Gomes; Maria Leonor Barbosa; Martim Barbosa; Miguel Vieira; Nicolas Soares; Pedro Silva; Rúben Santos; Santiago Carvalho; Sofia Almeida; Tiago Ferreira; Vasco Carneiro e Chiara Molo

Vamos curar a Terra

 

O livro fala sobre a importância de cuidar do planeta e mostrar como as atitudes das pessoas afetam a Natureza.
Esta história ensina que a Terra é como um ser vivo, que sofre com os danos causados pela poluição e pelos desperdícios de recursos naturais. Ao longo da história aprendemos que muitos problemas ambientais são causados pelas ações humanas, como deitar o lixo para o chão, desperdiçar água, poluir os rios e cortar árvores sem necessidade. Apesar da Terra estar doente, por causa destes problemas, ainda é possível curar a Terra. Para isso, cada pessoa precisa fazer a sua parte, mesmo com atitudes simples do dia a dia.
Este livro destaca ações importantes como reciclar o lixo, poupar água, plantar árvores, respeitar os animais e preservar os rios e as florestas. O livro ensina que pequenas mudanças feitas por muitas pessoas, podem trazer grandes mudanças para o planeta.
O ponto importante do livro é mostrar que as crianças também têm um papel importante para proteger a Terra. As crianças podem aprender desde cedo a cuidar do meio ambiente e ensinar novas atitudes de proteger a Terra aos adultos. A história incentiva a responsabilidade, a cooperação, o amor pela natureza, mostra que todos vivem no mesmo planeta e dependem dele para sobreviver.

A mensagem do livro “Vamos curar a Terra” é de Esperança. O livro mostra que, se houver respeito e consciência de cuidar, é possível construir um futuro do planeta melhor, mais saudável e equilibrado.
Assim, a Terra pode recuperar-se e continuar a ser um lugar bom para viver, tanto para os humanos como para os animais e plantas.

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A turma 3CC

Anderson Fonseca; Cauã Rodrigues; Dinis Barbosa; Diogo Costa; Enzo Oliveira; Gabriel Santos; Gustavo Baltazar; Isaac Silva; Jaime Dias; José Moreira; Luana Sousa; Luena Oliveira; Mafalda Barbosa; Maria Mesquita; Maria Machado; Salvador Barbosa; Satiago NUnes; Tomás Campos e Yara Silva

25 Mulheres

 


O livro que a turma 7.ºVB escolheu para divulgar no projeto Vilela Literária chama-se 25 Mulheres, foi escrito pela artista visual e ilustradora Raquel Costa. A edição que lemos é da editora Oficina do Livro e a capa cativou-nos de imediato porque apresenta uma diversidade de mulheres, há diferentes idades, estilos, corpos e expressões, o que transmite uma ideia forte de inclusão e pluralidade.

Formado por 25 histórias contadas na primeira pessoa, ação tem vários aspetos comuns pois centra-se no presente e na atualidade da vida quotidiana, mas com uma forte relação ao passado, aos inícios dos anos setenta, num tempo de luta pela afirmação da liberdade e da condição feminina.

A personagem de quem nós mais gostamos chama-se Fátima, pois ela representa muitas mulheres que vivem realidades difíceis, que enfrentam desafios sociais e familiares e que, no entanto, se mantêm firmes apesar das adversidades. Fátima é uma mulher simples, resiliente, trabalhadora e silenciosamente corajosa. Provavelmente, é um retrato que se mantém atual, mais de cinquenta anos depois, visto que há ainda um longo percurso a fazer no que diz respeito à igualdade de oportunidades.

Este é um livro simples e surpreendente, ideal para alunos do 7.º ano, porque que nos convida a pensarmos a nossa realidade para definirmos os caminhos que ainda temos de percorrer.


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A turma 7VB

André Gonçalves, Bianca Santos, Bruna Cerdeiral, Diogo Cruz, Francisca Cruz, Francisco Nogueira, Francisco Silva, Gabriel Abreu, Gonçalo Silva, Íris Carvalho, Lara Torres, Leandro Matos, Luana Barros, M.ª Eduarda Dias, Matilde Silva, Miriam Cerdeiral, Rui Pedro Gonçalves, Tiago Torres, Vitória Rocha e Vivian Souza.

O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde

 


O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde, de Robert Louis Stevenson, é uma narrativa que aborda a complexidade da ciência e a duplicidade da natureza humana, refletindo as inquietações de uma sociedade do século XIX, dividida entre o avanço científico e os rígidos valores morais. Stevenson utilizou essa tensão para criar uma história que questiona os limites da razão e da moralidade.

Nesta obra é-nos apresentado o Dr. Jekyll, um cientista gentil, respeitado e inteligente, que tem como objetivo separar o bem do mal. Para tal, envolve-se com o lado mais sombrio da ciência, pois deseja revelar a sua “segunda” natureza e, dessa forma, controlar a parte sombria do ser humano. Assim, cria uma poção que o transforma em Mr. Hyde, o seu alter-ego maligno, desprovido de arrependimento e incapaz de aceitar a responsabilidade pelos seus crimes e atos cruéis. Jekyll tenta dominar o seu alter-ego, Hyde, e durante algum tempo acredita ser capaz de manter o controlo. Assim, a dualidade entre Jekyll e Hyde simboliza o conflito entre a aparência respeitável e os desejos reprimidos que cada pessoa carrega dentro de si. Hyde representa o lado instintivo e selvagem que a sociedade obriga a esconder.

A história ilustra a luta entre o bem e o mal presentes nos ser humano, bem como os perigos de ultrapassar os limites da ciência. Ainda hoje, a mensagem de Stevenson mantém-se atual, incitando-nos a pensar sobre a tentativa de eliminar o mal que pode levar à perda da própria humanidade. É também um convite ao leitor para refletir sobre o equilíbrio entre razão, instinto e responsabilidade.

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A turma 12VA

Alexandra Pinto, Eduarda Nunes, Henrique Ferreira, Inês Garcês, Jorge Leal, Leonor Ribeiro, Letícia Ferreira, Maria Guimarães, Mariana Nogueira e Sara Silva

domingo, 1 de fevereiro de 2026

O triunfo dos Porcos

 

O livro O Triunfo dos Porcos, de George Orwell, é uma fábula satírica, publicada em 1945, que critica o poder político e a forma como as revoluções podem acabar por se tornar injustas. A história passa-se numa quinta onde os animais se revoltam contra os humanos para criarem uma sociedade mais livre e imparcial.

No início, todos os animais acreditam que vão viver melhor sem os humanos. Os porcos assumem a liderança e prometem igualdade para todos. No entanto, com o tempo, começam a abusar do poder, mudam as regras a seu favor e passam a viver como os antigos donos da quinta. Dessa forma, a liberdade que lhes tinha sido prometida transforma-se numa nova forma de opressão. Napoleão, o porco líder, representa os governantes que usam o poder para benefício próprio, enquanto os outros animais simbolizam o povo, que é manipulado e enganado. O livro mostra como a falta de educação, espírito crítico e união facilita o controlo das pessoas.

Esta obra ensina-nos que o poder pode corromper e que é importante questionar as decisões dos líderes. Também nos mostra que a igualdade só existe quando todos têm os mesmos direitos e deveres. Apesar de ter sido publicado em 1945, O Triunfo dos Porcos continua atual, visto que ainda hoje existem líderes que abusam do poder, manipulam a informação e colocam os seus interesses acima do bem do povo.


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A Turma 9RB:

Afonso Coelho; Beatriz Machado; Beatriz Leite; Carolina Neves; Celso Correia; Dinis Eiras; Dinis Ferreira; Francisco Bragança; Gonçalo Sousa; Gonçalo Coelho; Gonçalo Pinto; Inês Oliveira; Leonor Santos; Letícia Alves; Lucas Rocha; Marta Rocha; Marta Santos; Pedro Silva; Raquel Ferreira e Vinícius Gusmão

Anna Kadabra, a ilha das mascotes

 

Este livro – Anna Kadabra, a ilha das mascotes – traz-nos uma mensagem especial, porque nos fala da amizade entre os alunos e a professora e o respeito pelos animais. E isso fez-me pensar como é bom ter amigos de verdade. 

Escolhi o livro principalmente por ser um livro de aventura, onde a imaginação e a magia estão sempre presentes. Eu gosto de imaginar coisas, de fazer teatro e de criar personagens. Sinto-me bem e, por essa razão, também me revi na história.

A parte que mais me fascinou foi o momento em que Anna vai para uma ilha desconhecida, entrando por um portal para encontrar o Cosmo e descobre várias coisas sobre animais mágicos de feiticeiros. Também gostei muito da parte em que a Madame Prume se encontra com a Flecha, a sua coruja. Esta mulher ensina-nos que o melhor é ter um amigo. 

O que me foi mais difícil foi ser um texto com muitas palavras que eu não conhecia, complicando a minha compreensão, pois é uma história cheia de palavras difíceis. Contudo, foi muito importante, uma vez que é uma forma de enriquecermos o nosso vocabulário. 

Gostei muito de ler esta obra e, sinceramente, aconselho todos os meus colegas a lerem este livro: melhoramos a nossa forma de pensar em relação à amizade; como tratar os outros; dá-nos mais coragem para resolvermos certas situações; conhecemos a importância da magia e dá-nos mais competências na escrita. 


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A turma 6RE:

Ana Teixeira; Bruna Santos; Dinis Silva; Duarte Martins; Eduardo Barbosa; Kevilly Galdino; Leonor Pinto; Lucas Gonçalves; Lucas Monteiro; Maria Alice Meireles; Maria Clara Vieira; Matilde Dias; Pedro Magalhães; Rodrigo Pacheco; Rúben Barros e Rui Neto


Vamos Fazer Amigos

 

O livro “Vamos Fazer Amigos”, de Adam Relf, é uma história muito especial porque nos ensina, de forma simples e bonita, o verdadeiro significado da amizade. É um livro educativo, pensado para ajudar as crianças a perceber como podemos ser bons amigos uns dos outros. A linguagem é clara e acessível, com palavras fáceis de compreender, o que torna a leitura muito agradável. As ilustrações são muito bonitas e cheias de cor, enriquecem a narrativa, ajudando-nos a entender melhor o que as personagens sentem e fazem ao longo do conto.

Ao acompanharmos a raposinha, descobrimos que ser amigo é partilhar, ajudar, ouvir e cuidar. Pequenos gestos, como convidar alguém para brincar ou animar um colega triste podem fazer toda a diferença. A história mostra também que, por vezes, a amizade nasce de forma inesperada, de momentos simples que se transformam em ligações especiais.

Com esta leitura, aprendemos que a amizade não depende de grandes ações, mas de atitudes diárias que mostram carinho e respeito. Também percebemos que todos podemos fazer novos amigos se formos simpáticos, atentos e tratarmos os outros com gentileza. O livro lembra-nos que a amizade é algo que se cultiva todos os dias, com paciência, alegria e vontade de incluir os outros. Gostámos muito desta história, por isso a recomendamos, pois é tão especial e tão querida pelas crianças.

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Turma -3SA

Ana João Magalhães, Benedita Cruz, Benedita Campos, Carolina Santos, Carolina Oliveira, Daniel Ferreira, Francisca Machado, Francisco Barbosa, Isabel Costa, Joana Queirós, João Guedes, João Costa, Lourenço Sousa, Luna Martins, Margarida Santos, Maria Seabra, Maria Coelho, Maria Nunes, Maria Santos, Miguel Moreira, Rosa Ferreira, Sofia Campos, Tomás Santos, Vasco Pacheco.