Caraval, de Stephanie Garber, é um romance, repleto de mistério, magia e ilusões.
A história acompanha Scarlett Dragna, uma jovem que vive sob o domínio abusivo do pai e cuja maior ambição é participar do lendário jogo Caraval.
Ao fugir para participar no jogo com a irmã Donatella, entram num mundo onde nada é o que parece e cada escolha pode alterar a realidade e o destino.
Trata-se de uma leitura recomendada para apreciadores de fantasia, que valorizam mundos criativos e uma experiência literária imersiva. O mundo mágico onde decorre a ação é muito bem descrito pela autora, permitindo ao leitor mergulhar na história, sentindo todas as sensações que estão a ser retratadas. A autora demonstra habilidade ao explorar temas
como a imaginação e a procura pela liberdade, mantendo uma tensão contínua ao longo da obra, apesar de o desenvolvimento das personagens não ser escrito com clareza.
No decorrer da obra assistimos ao jogo descrito de forma tão presente, que nos faz querer entrar para a obra, tomando as nossas próprias decisões e traçando o nosso caminho.
Desta forma, Caraval, de Stephanie Garber, é ideal para quem deseja romance, mistério, envolvência e magnetismo em um só livro, para se perder por horas num jogo sem fim e ver tomar as decisões mais arriscadas em prol de algo maior.
Em síntese, Caraval afirma-se como uma obra envolvente, que privilegia a atmosfera e o encantamento acima da profundidade psicológica das personagens. Ainda que existam algumas limitações no desenvolvimento destas, a narrativa consegue cativar pelo suspense constante e pela originalidade do universo criado, levando o leitor a questionar continuamente os limites entre ilusão e realidade.
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A turma 10RA:
Adriana Santos; Benedita Ferreira; Carolina Oliveira; Cleria Fonseca; Diogo Jesus; Elias Almeida; Francisca Neves; Gonçalo Bessa; Guilherme Sousa; Joana Ferreira; Lara Santos; Leonor Ribeiro; Leonor Fonseca; Madalena Pacheco; Mariana Silva; Pedro Santos; Rui Santos; Sara Mota; Leonor Pacheco; Marta Ribeiro; Maria Santos; Gonçalo Sousa; Inês Moura; Dinis Machado e Pedro Afonso Silva
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