quarta-feira, 27 de maio de 2026

A Lua de Joana

 


Verso 1 
Escrevo-te cartas que ninguém vai ler 
Como se nas palavras te pudesse trazer 
Desde que partiste ficou tanto por dizer 
E eu fiquei perdida sem saber como viver

 A escola continua, mas nada é igual 
O riso dos outros soa sempre tão banal 
Levo o teu nome preso no coração 
E finjo estar bem no meio da confusão

Pré-Refrão 
Dizem que o tempo vai curar a dor 
Mas cada dia pesa ainda mais que o anterior 
No silêncio do quarto, longe de alguém 
Pergunto se me ouves, se ainda estás também

Refrão 
E eu caio devagar sem ninguém notar 
Entre saudades, silêncio e vontade de escapar 
A adolescência às vezes sabe a solidão 
A um grito preso dentro do coração

Há pressão em sorrir quando tudo desaba 
Ansiedade em cada noite mal dormida e calada 
E no vazio que deixaste em mim 
Procuro respostas que nunca chegam ao fim

Verso 2 
Os meus pais passam mas não conseguem ver 
Que há um mundo inteiro em mim a desaparecer 
Chamam fase, chamam drama, confusão 
Mas é só tristeza a pedir compreensão 

Há quem ofereça fuga em vez de abrigo 
Promessas falsas disfarçadas de amigo 
Dizem que ajuda, que faz esquecer 
Mas só cava mais fundo o medo de viver

Pré-Refrão 
A culpa bate sem pedir perdão 
Por não ter salvado a tua mão da escuridão 
E às vezes acho que sigo o mesmo chão 
Como se a dor já soubesse a direção

Refrão 
E eu caio devagar sem ninguém notar 
Entre drogas, saudades e vontade de escapar 
A depressão fala baixo, quase sem som 
E convence o peito de que já nada é bom

Há luto em cada fotografia guardada 
Em cada memória tua ainda mal fechada 
E no espelho vejo alguém que já não sei 
Se sou eu ou tudo aquilo em que me tornei

Ponte 
Se me ouvires do outro lado da lua 
Diz-me se a paz ainda continua 
Se o vazio um dia aprende a passar 
Ou se apenas aprendemos a disfarçar

Final 
Escrevo-te cartas que ninguém vai ler 
Talvez porque ainda preciso de te responder 
E se um dia eu me perder também 
Espero que me encontres onde a dor não vem

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Trabalho realizado pela turma 8VA:

Afonso Barroso; Alexandre Alves; Carlos Paula; Carolina Sousa; Cristiano Bessa; Daniel Cardoso; Diogo Silva; Duarte Dias; Gonçalo Ribeiro; Guilherme Mendonça; Lara barbosa; Luciana Carvalho; Maria Gomes; Mariana Ferreira; Martim Nunes; Nádia Moreira; Nicole Brito; Rafael Almeida; Rafael Brito; Rosana Teixeira; Stefany Freitas; Tiago carvalho e Gonçalo Coelho 

O Cuquedo

 

O livro conta a história de um ser misterioso chamado Cuquedo, que provoca muito medo nos animais da selva. Sempre que ouvem falar dele, todos fogem assustados, pois acreditam que o Cuquedo é muito perigoso. Ao longo da história, os animais mostram o seu medo e imaginação sobre como será esta criatura. No final, descobre-se que o Cuquedo não era tão assustador como todos pensavam, trazendo um momento divertido e inesperado.  A história ensina que muitas vezes temos medo daquilo que não conhecemos e que a imaginação pode aumentar os nossos receios. Mostra também que nem tudo é tão assustador como parece e que devemos enfrentar os nossos medos com coragem. 

“O medo do desconhecido pode ser maior do que a realidade e que a coragem os ajuda a descobrir a verdade.”


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Trabalho realizado pela turma 2SA:

Adryan Cunha; Afonso Silva; Alexandre Martins; carminho Ferreira; Diego Silva; Duarte Morais; Fernando Silva; Gonçalo Ferreira; José Santos; lara Bessa; Leonor Ferraz; Luís Barbosa; Mara Moreira; Maria João Bento; Maria Leonor Santos; maria Bessa; Marina Rocha; Rodrigo Moreira; Salvador Teixeira; Tiago Farias; Tomás Rocha; Vasco Leite; Victóaria Azevedo; Vitória Seabra; Simão Silva e João Silva

domingo, 17 de maio de 2026

O Incrível Rapaz que comia livros


 O Incrível Rapaz Que Comia Livros

Há um rapaz que não gosta apenas de ler livros ...

Ele faz algo completamente inesperado! 

No livro O Incrível Rapaz que Comia

Livros, de Oliver Jeffers, conhecemos Henrique, um menino curioso que descobre que os livros podem ser muito mais do que histórias nas mãos — podem ser um verdadeiro “banquete” de aventuras!

Tudo começa de forma simples e quase inocente… Uma palavra aqui, uma página ali. Mas, pouco a pouco, algo estranho começa a acontecer. Ele começa a “provar” livros… e parece que quanto mais come, mais mergulha num mundo cheio de surpresas.

Mas será que comer livros é mesmo a melhor forma de aprender? E o que acontecerá quando essa curiosidade vai longe demais?

Este livro divertido, cheio de imaginação e um toque de mistério, vai fazer-te rir, pensar… e querer abrir livros sem parar.

                As melhores aventuras não se comem… lêem-se!




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Trabalho realizado pela turma 1CVA: 


Afonso Barros, Dinis Moreira, Duarte Pinto, Eduardo Ferreira, Íris Bessa, João Santos, Lorena Rocha, Lucas Rodrigues, Luís Moreira, Mafalda Costa, Maria Rocha, Mariana Barros, Martim Gomes, Mateus Ferreira, Míriam Ferreira, Rodrigo Duarte, Santiago Machado, Tiago Martins, Valentina Lima, Vicente Silvano


História do livro activo



 Um livro para ser feliz gosta de ser lido.

Ficar numa estante não é opção.

O que terá feito este LIVRO ACTIVO para que o

lessem?

O que terá feito para sair da estante e chegar aos

leitores?

Será que conseguiu cumprir a sua missão: ser lido?

Este livro pode ser lido por qualquer um, não importa a idade.

Espreita-o e descobre o quanto é bom ler!


Porque para nós, ler é...

Viajar

Imaginar

Descobrir

Crescer

Aprender

Sonhar

Divertido

Nunca estar sozinho

Um momento mágico


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Trabalho realizado pela turma 1CVB:

Afonso Torres, Alexsander Miranda, Bernardo Cardoso, Clara Torres, Eduarda Oliveira, Emily Afonso, Francisca Cruz, Francisco Coelho, Guilherme Ferreira, Jerónimo Barbosa, Larissa Faria, Leonor Camões, Letícia Barros, Letícia Magalhães, Liliana Dias, Lourenço Silva, Maria Francisca Marques, Vitória Cunha, Yara Coelho

A nossa pele arco-íris

 


A exploração da obra "A nossa pele arco-íris", de Manuela Molina Cruz, desenvolveu-se de forma transversal nas áreas de Português, Estudo do Meio e Agora Nós, em estreita articulação com o Domínio de Cidadania e Desenvolvimento.

Através de uma narrativa sensível e envolvente, a obra desconstrói a ideia de uma única “cor de pele”, evidenciando a diversidade humana por meio de metáforas visuais ricas e acessíveis: peles que evocam o doce sabor do chocolate, a suavidade do leite, o calor da areia da praia ou o tom dourado do mel.

Esta abordagem constituiu uma oportunidade privilegiada para promover a valorização da diversidade, introduzir conceitos elementares de biologia e desenvolver a empatia, permitindo às crianças reconhecer a beleza da diferença de forma leve, visual e profundamente humana.


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Trabalho realizado pela turma 1SA:

Afonso Fonseca, Alice Pires; António Costa; Benedita Barbosa; Benedita Fernandes; Carolina Moreira; Diogo Barbosa; Duarte Ferreira; Elaia Soares; Francisco Guedes; Íris Leal; Kyara Carneiro; Luana Alves; Lucas Ribeiro; Lucas Seabra; Manuela Martins; Maria Eduarda Costa; Maria Francisca Sequeira; Martim Moreira; Matilde Almeida; Miguel Pimenta; Noa Moreira; Santiago Fernandes e Simão Pacheco

Há um Fantasma na Escola

 

A história fala sobre Anatol, um aluno que vive um pouco sozinho e distraído, e que não tem amigos, por isso sente-se deslocado na escola.

Um dia, aparece ao seu lado uma rapariga diferente e misteriosa.

Aos poucos, ele descobre que ela não é uma aluna normal, mas sim um fantasma chamado Filomena, que está na escola desde há muito tempo.

Filomena conta que precisa da ajuda de Anatol para evitar algo muito grave. Para isso, ele tem de arranjar uma maneira de evacuar toda a gente da escola — o que é difícil, porque ninguém acredita nele. A única pessoa que o pode ajudar é Julieta, que é a narradora da história.

Ao longo da história, Anatol enfrenta o medo, a solidão e o facto de ninguém acreditar nele, enquanto cria uma amizade inesperada com o fantasma.

No final, a história mostra a importância da amizade,

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Trabalho realizado pela turma 6RA:

Deivid Barbosa; Dinis Oliveira, Eric Dias; Gonçalo Teixeira; Henrique Ferreira; Letícia Ribeiro; Letícia Barbosa; Luana Barbosa; Lucas Mota; Margarida Barros, Maria Adélia Barros; Maria Inês Ribeiro; Maria Barbosa; Martim Leal, Matilde Gomes; Migeul Franco; Nicollas Felicio; Rodrigo Silva e Santiago Pinto

Os Ovos Misteriosos

 


“Já imaginaram um ninho onde, em vez de apenas pintainhos, nascem um crocodilo, uma serpente, um papagaio e até uma avestruz?

Leiam este livro e descubram como um coração de uma mãe pode ser o maior lugar do mundo!”

 

Em ‘Os Ovos Misteriosos’, Luísa Ducla Soares convida-nos a redescobrir o significado de FAMÍLIA através de uma narrativa que é, simultaneamente, um exercício de ternura e um manifesto de tolerância.

 

A história acompanha uma galinha que desejava muito ser mãe. Um dia, decidiu fugir para a mata e construiu um ninho onde pôs o seu ovo; contudo, acaba por acolher e cuidar de outros ovos que ali foram parar. O resultado é o nascimento de uma família invulgar e divertida: nela convivem bichos que rastejam, outros que voam e outros com penas de todas as cores.

 

Esta obra ensina-nos que a FAMÍLIA é definida por quem cuida de nós. Tal como no ninho da galinha, as famílias de hoje têm diversas formas: umas têm pai e mãe, outras têm dois pais ou duas mães, e outras são feitas por amigos e corações que se escolhem.

 

Aprendemos que não precisamos de ser todos iguais para vivermos juntos e felizes. O mais importante não é o aspeto que temos por fora, mas sim o carinho e a proteção que damos uns aos outros. Afinal, o amor é a única linguagem capaz de unir quem, à partida, nada teria em comum. 

Onde existe amor, haverá sempre espaço para mais um!

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Trabalho realizado pela turma 2CVB:

Ariana Pacheco; Caio Pinto; Davi Santos; Diego Leal; Duarte Moreira; Eduardo Silva; Francisca Ribeiro; Gonçalo Rocha; Halysson Santos; Inès Moreira; Letícia Barbosa; Luena Barbosa; Maria Vitória Gregório; Mariana Sousa; Mateus Barros; Matilde Freire; Nayara Dias; Nicole Silva; Patrícia Ferreira; Ricardo Oliveira; Rodrigo Costa; Rosalino Real; Santiago Almeida e Tomás Silva