domingo, 12 de abril de 2026

O Estranhão 1

 

O livro O Estranhão 1 é uma obra muito interessante, cheia de emoções, onde acontecem peripécias divertidas. Gostei muito de ler este livro, pois a personagem principal fala com o leitor (connosco), sobre o seu dia a dia; relata-nos aventuras que acontecem na vida real, mas também de situações imaginárias. A sua profissão será, no futuro, um cientista, revelando- se um inventor e, por esta razão, as suas revelações são algo inexplicável. No entanto, este menino de onze anos, com um Q. I. muito elevado, consegue contar a sua história sobre a escola, os amigos, a sua família e até as suas paixões. Ele mostra-se, também, alguém com ideias muito concretas e sérias. E fá-lo através, não só de palavras, mas também de desenhos. Chega, até, a mostrar-se “estúpido” para que os que o rodeavam pensassem que eram mais inteligentes do que ele.

Aconselho os meus amigos a lerem este livro, sobretudo porque relata momentos de boa disposição e, quando estamos aborrecidos, as pequenas histórias que vão acontecendo melhoram a nossa disposição, despertam-nos a mente para a criatividade, torna-nos seres curiosos e, acima de tudo, aumenta a nossa imaginação.

Cada capítulo que fui lendo, deixou-me muito entusiasmado (tal como se mostrou a personagem da obra), querendo saber o que iria acontecer a seguir. Isto fez com que eu, muitas vezes, tivesse dificuldade em parar de ler.


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Trabalho realizado pela turma 6RD

Afonso Cardoso; Aida Rocha; Ana Torres; Ana Rocha; Beatriz Sousa; Daniela Costa; Dinis Sila; Dinis Oliveira e Silva; Duarte Silva; Francisco Amorim; Inês Ribeiro; José Barros; Leonor Santos; Mariana Barbosa; Matilde Costa; Salvador Nunes; Santiago Soares; Sofia Silva; Tomás Silva e Tomás Meireles

Maria Mete Medo

 


Maria Mete Medo, de Natalina Cóias

O livro foi trabalhado na disciplina Agora Nós e está incluído no Plano de Turma para a Cidadania.

É uma história que explora o valor da empatia.

Como somos pequeninos e ainda não sabemos escrever um texto, fizemos para ti um vídeo, mas participámos, pois é de pequenino que se começa a desenvolver o gosto pela leitura.


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Trabalho elaborado pela turma 1CB:

Áurea Mesquita; Catarina Primo; Constança Mesquita; Diogo Ribeiro; Duarte Seabra; Francisca Marques; Francisca Almeida; Gustavo Barros; Isabel Silva; Jaime Silva; João Cruz; Leonor Ribeiro; Leonor Silva; Letícia Sousa; Letícia Carvalho; Luísa Barbosa; Maria Beatriz Jesus; Matilde Rocha; Pedro Oliveira; Rodrigo Fontes; Tiago Sousa; Tiago Costa; Benjamim Souza; Virginia Jones

Ala D

 


Ala D, de Freida McFadden

O livro Ala D é um thriller psicológico que se destaca pela forma como mantém o leitor em constante tensão. A história consegue prender sem recorrer a acontecimentos extraordinários; é o ambiente fechado, a atmosfera de mistério e a sensação de perigo iminente que tornam a história envolvente. A autora transmite de forma convincente as emoções e pensamentos da protagonista, tornando fácil identificar-nos com os seus medos e incertezas.

É cativante a forma como a narrativa joga com a perceção do que é real ou imaginário. A incerteza é constante, e as pistas e reviravoltas mantêm a curiosidade até ao final. Os segredos e traumas dos personagens surgem de forma gradual, acrescentando profundidade à narrativa e provocando reflexão sobre sanidade, memória e o impacto do passado no presente.

A personagem principal, Amy, é particularmente interessante, pois a sua evolução ao longo da história mostra coragem, vulnerabilidade e resiliência. É através da sua experiência que o leitor se confronta com dilemas éticos, medos e a imprevisibilidade do comportamento humano.

Ala D é uma leitura intensa e envolvente, capaz de prender o leitor do início ao fim. Recomenda-se este livro a quem aprecia histórias psicológicas cheias de suspense, tensão e reflexão sobre a mente humana. É uma obra que combina mistério e análise psicológica de forma eficaz, deixando uma sensação duradoura de inquietação e curiosidade.

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Trabalho realizado pela turma 9RD:

Afonso Oliveira; Ana Ribeiro; André Silva; Beatriz Ribeiro; Bianca Branco; Filipe Fernandes; Gonçalo Paulos; Helena Gaspar; Inês Oliveira; Íris Monteiro; Joana Oliveira; João Silva; Lara Moreira; Mafalda Silva; Mariana Chimixi; Martim Sousa; Martim Martins; Matilde Leite; Raquel Dias; Tomás Leal

segunda-feira, 6 de abril de 2026

O Jogo do Reverso Pequenos Equívocos Sem Importância

 

O Jogo do Reverso Pequenos Equívocos Sem Importância é um livro de contos de Antonio Tabucchi, escritor italiano que, em 2004, adquiriu a nacionalidade portuguesa, tal era a sua paixão por Portugal e por Fernando Pessoa, de quem foi crítico e tradutor. Esta sua ligação à terra lusa e à cultura lusófona torna-se, desde logo, uma evidência. Com efeito, nestes contos, a começar por aquele que abre esta obra, intitulado “O Jogo do Reverso”, são várias as referências à cidade de Lisboa, tais como o jantar no Tavares e os fados antigos, a “Lisboa dos heterónimos” e as deambulações pela cidade, o recitar “Lisbon Revisited”, de Álvaro de Campos, “um poema no qual uma pessoa está à mesma janela da sua infância, mas já não é a mesma pessoa e já não é a mesma janela, porque o tempo muda homens e coisas” (p. 23).

Nostalgia, infância, viagens, evasão, sonho e realidade, vida ou o seu reverso, onde “os cais eram as linhas de perspetiva que convergiam para o ponto de fuga de um quadro, o quadro era Las Meninas de Velásquez” (“O Jogo do Reverso”, p. 32), são tópicos recorrentes nas pequenas narrativas que vão surgindo ao longo desta obra, com uma “griffe” muito própria, gérmen de iluminação pessoana, a espelhar o real e o imaginado, ou o seu reverso: uma realidade paralela que acompanha a realidade visível. Na verdade, a leitura destas narrativas oferece-nos várias possibilidades como a de viajar até à infância de Ettore, agora Josefine, a surpreendente revelação, a grande diva. Josefine, nome inspirado numa reminiscência da infância de Ettore, a palmeira em frente à sua casa (“Carta de Casablanca”). E, levado pelo desejo de evasão, também é poder chegar ao continente africano, mais precisamente a Moçambique e, numa terra longínqua, ir semanalmente ao teatro para ouvir declamar Shakespeare (“Teatro”) ou, ainda, ao contrário de Fitzgerald, fazer nascer um “Pequeno Gatsby”.

Por outro lado, estes “Pequenos Equívocos Sem Importância”, mal-entendidos ou quiproquós que vão surgindo na vida do dia-a-dia e aos quais não se dá grande importância, acabam por ser extremamente relevantes, sem disso se ter consciência. De facto, foi apenas um «pequeno equívoco» que acabou por ditar o funesto fim de vida para Federico, quando, ao efetuar a sua matrícula em Clássicas, lhe foi atribuída, por engano, a de Jurisprudência. Tratou-se de “um pequeno equívoco sem solução”, “um lapso” que causou gargalhada geral, muito longe de se imaginar que seria este mesmo “equívoco sem importância", o responsável pelo trágico destino do jovem Federico. Assim, por obra do acaso (ou não), assistimos a encontros e desencontros, ao imprevisível que acontece, um misto de realidade e ficção, pronto a baralhar o leitor no decorrer de um jogo, o do reverso.

Aqui fica o convite para a descoberta de uma escrita dotada de características especiais, assente num jogo de subtilezas, pois que nada é linear. De facto, o leitor vê-se confrontado com narrativas carregadas de imaginação, imbuídas de mistério e de enigmas, para as quais não se vislumbra um final palpável. Esse, caro leitor, será o grande desafio.


Isabel Nunes Oliveira

Docente de Português e Francês

(Representante de Área Disciplinar Línguas Românicas)

domingo, 22 de março de 2026

Os (mini) Sete

 

O livro Os (mini) Sete é uma aventura de um grupo de meninos todos amigos, que se dedicam a explorar e experimentar coisas e desafios novos. Perante estas aventuras, nós podemos observar, em momentos diferentes da ação, valores como o espírito de equipa, de entreajuda e de respeito pelas diferentes opiniões entre as crianças do grupo. Considero que estes valores são muito importantes para o relacionamento e convivência em conjunto.

As características das várias personagens revelam perfis e formas distintas. Destaca-se o papel de uma que me parece ser o líder do grupo, o Pedro, uma vez que é ele quem toma a iniciativa e coordena a discussão das ideias e opiniões dos outros colegas. Considero, ainda, que os amigos também têm muita importância para que, em conjunto, consigam alcançar os objetivos. 

Durante a exploração de uma casa abandonada, os “mini sete” acabam presos numa despensa sem hipóteses de fuga. Nesta situação difícil, só com a amizade e contributo de todos, incluindo o fiel amigo cão, o Ziguezague, foi possível sair do local onde estavam presos e serem entregues à polícia os ladrões que habitavam nessa casa. 

Considero esta obra muito interessante e aconselho os meus colegas a ler o livro, pois é sem dúvida uma excelente obra, uma opção de leitura para crianças que gostam de aventura. Além disso, não é uma história difícil de ler. Também o vocabulário é acessível. 


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A Turma 5RC:

Benedita Costa; Constança Gaspar; Derick Pereira; Eduarda Garcez; Eva Carvalho; Fábio Graça; Fabrício Pereira; Francisca Melo; Francisco Teixeira; Francisco Seabra; Gonçalo Costa; Gustavo Neves; Ivo Leal; Júlia Costa; Lara Martins; Lourenço Martins; Marcelo França; Maria Carolina Silva; Martim Batista; Mateus Machado; Rodrigo Fontes; Rui Nunes; Sara Barbosa; Sofia Bessa; Tomás Queiroz e Vicente Sousa


Uma Filha diferente

 

O livro “Uma Filha Diferente”, de Maria Toorpakai Wazir, publicado em 2017, é uma autobiografia marcada pela coragem, identidade e superação num contexto de forte repressão social. A história centra-se na luta pela liberdade feminina numa região tribal do Paquistão, onde a prática desportiva por mulheres é considerada proibida. Nascida num meio conservador e violento, Maria cresceu privada das oportunidades mais básicas. Desde muito cedo revelou um talento invulgar para o desporto, mas para poder treinar e competir, foi obrigada a viver disfarçada de rapaz, numa tentativa de escapar às limitações impostas pelo seu género. Essa escolha, apoiada pelo seu pai, permitiu-lhe descobrir no desporto, mais concretamente no squash, uma forma de afirmação, resistência e emancipação.

O livro é um relato poderoso sobre o seu percurso, desde a infância difícil até ao reconhecimento nacional e internacional, percebendo como cada conquista representava não apenas uma vitória pessoal, mas também um desafio direto às normas culturais que a queriam silenciar. O sucesso, contudo, trouxe ameaças sérias à sua vida e à da família, obrigando-a a abandonar o país para sobreviver.

 Esta história é um exemplo de resistência, resiliência e de como a determinação e a coragem podem superar as adversidades, transformar destinos e romper barreiras aparentemente incontornáveis.

Ler este livro é ampliar horizontes e compreender realidades ainda invisíveis em algumas sociedades.


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A turma 12VB:

Afonso Cruz; Ana Beatriz Nunes; Ana Leonor Rocha; Caio Lameira; Diana Alves; Francisco Brito; Gonçalo Silva; Gonçalo Coelho; Íris Batista; Lara Barros; Larra Ribeiro; Leandro Ferreira; Leonor Silva; Luana Carneiro; Marco Barros; Martim Leal; Matilde Silva; Miguel Barros; Rita Ribeiro; Rodrigo Machado; Rodrigo Barros; Sandro Barros; Sara Barbosa; Tiago Cardoso; Tiago Miranda e Victória Sousa

Um Estranho e Feliz Casamento

 

Este livro infantojuvenil mostra o amor verdadeiro à Natureza. Escolhemos este livro porque nos ensina o respeito pela Natureza e pelos animais. Este livro mostra que não são apenas os humanos que têm pena dos animais, os animais têm muito mais pena do que os humanos. Também achei o título bastante curioso porque a imagem da capa não está ligada ao casamento. Além disso, fala-nos de uma relação que é estranha, mas ao mesmo tempo feliz. 

Com a leitura deste livro ficamos a saber que relação era esta e se quiserem saber também, terão de ler. Neste livro, a palavra “casamento “surge como uma ligação entre o Homem e a Natureza e que ao estarmos ligados a ela somos felizes.

Recomendo a leitura deste livro a todas as crianças. Não só pela história bonita e emotiva, mas também como leitura nas escolas, pois ajuda a despertar a educação ambiental para que os futuros cidadãos contribuam para um mundo melhor. 

As boas práticas ambientais ligadas à leitura podem ser uma boa ferramenta para o futuro. Se gostam de ler, este livro é um exemplo para crianças mais pequenas. Não é muito pequeno, nem muito grande, é de fácil leitura. 

Divirtam-se a lê-lo!


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A turma 4CB:

Ângela Ferreira; Carminho Silva; Carolina Silva; Diogo Pinto; Gabriel Nunes; Gabriela Pacheco; Gonçalo Leal; Grâce Pires; Gustavo Costa; Hélder Ribeiro; João Silva; Júlia Oliveira; Juliana Coelho; Lucas Barbosa; Mariana Ferreira; Martim Barbosa; Miguel Alves; Nuno Cruz; Pedro Duarte; Rúben Pinto; Sara Gouveia; Vicente Silva e Zélia Brito