quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

O Código da Vinci

 

Jacques Saunière, o curador do Museu do Louvre, estava a trabalhar durante a noite quando foi encontrado na Grande Galeria. Apesar de ter puxado um quadro para fechar as grades da Grande Galeria, acabou por levar um tiro na barriga por um homem albino, chamado Silas, que era um membro do Opus Dei, uma instituição católica conservadora.

O velho curador do Louvre tinha aproximadamente mais vinte minutos de vida, mas também guardava um enorme segredo que, naquele momento, apenas ele sabia, pois os outros guardiães desse segredo tinham sido mortos nessa mesma noite. Com isso, Jacques Saunière tinha de partilhar esse segredo com uma pessoa de confiança, porém estava sozinho e, dessa forma, teve de partilhar o segredo por meio de códigos e pistas, para que apenas as pessoas certas pudessem entender o que ele queria partilhar.

Robert Langdon era simbologista e tinha viajado de Londres para Paris a fim de dar uma palestra. Era suposto ter tido uma conversa num café com Jacques Saunière, a convite do mesmo, porém Saunière não chegou a aparecer. Portanto, Robert Langdon continuou a sua noite normalmente. Porém, enquanto dormia num hotel, foi acordado e informado de que o curador do Louvre fora assassinado e acabou por ser forçado pela polícia a ir ao Louvre, pois a polícia tinha encontrado a agenda de Jacques Saunière e descoberto que era suposto ele ter-se encontrado com Langdon.

Quando chega à Grande Galeria, Robert Langdon depara-se com o corpo inconsciente de Saunière a imitar o quadro “O Homem de Vitrúvio”, de Leonardo da Vinci, e outras mensagens, aparentemente sem nexo, escritas ao lado do corpo. Robert Langdon acaba por descobrir que é o principal suspeito do homicídio e, com a ajuda da neta de Saunière, Sophie Neveu, uma dotada criptologista que foi envolvida no caso, consegue escapar à polícia e, juntos, embarcam numa aventura para tentar decifrar as mensagens que Saunière deixou.

Espreita o nosso vídeo:


A turma 9RA:

Afonso Couto; António Silva; Carlos Vinagres; Daniel Neves; Duarte Moreira; Filipa Moreira; Gabriel Pacheco; Gabriela Costa; Gonçalo Dias; Gonçalo Martins; Luana Queirós; Mafalda Silva; Martim Neto; Martim Santos; Micael Moreira; Rodrigo Melo; Sofia Nunes; Tiago Coelho e Victória Pinto

O filho de mil homens


Quando li o livro O Filho de Mil Homens, de Valter Hugo Mãe,  fiquei profundamente tocada pela forma como o autor aborda temas universais como a solidão, a paternidade e a construção de laços afetivos. A forma como o escritor retrata personagens imperfeitas, mas profundamente humanas, faz com que seja impossível não nos identificarmos com as suas dores, esperanças e pequenas alegrias do dia a dia.

O que mais me cativou na obra foi a mensagem de que a família e os vínculos afetivos vão além do sangue. A história da protagonista, na busca por uma “família escolhida” e no desejo de criar ligações significativas, transmite uma lição de empatia e humanidade que permanece muito tempo depois de fechar o livro.

Outro ponto que me agradou é que já tem uma adaptação cinematográfica. Saber que a obra ganhou vida também no cinema permite que outras pessoas conheçam esta história de uma forma diferente, apreciando as personagens e os sentimentos que Valter Hugo Mãe transmitiu, agora através de imagens, atores e música. A adaptação reforça a beleza da narrativa e evidencia que a história consegue emocionar tanto na palavra escrita quanto na expressão visual.

Em resumo, gostei do livro pela sensibilidade da narrativa, pela profundidade das personagens e pela mensagem de esperança e amor humano que transmite. Saber que existe a adaptação cinematográfica torna a experiência ainda mais completa e acessível a todos os que desejam conhecer esta história tocante.

Ana Teixeira
(Docente de Inglês e Alemão)
(Elemento da Equipa PAA)
(Elemento da Equipa SAIDA da EBSRebordosa)
(Elemento da Equipa dinamizadora do Clube de Teatro da EBSRebordosa)

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

O Diário de Anne Frank

 


Ler O Diário de Anne Frank é uma experiência que vai muito além da simples leitura de um livro. Este livro mostra a vida de uma jovem que teve de se esconder durante a Segunda Guerra Mundial.

Não é apenas uma história antiga: é um testemunho real que nos ajuda a entender o sofrimento causado pelo ódio e pela intolerância.

Em primeiro lugar, aconselhamos a leitura porque o diário ajuda a perceber como a guerra destruiu várias vidas inocentes. Ao ler os pensamentos de Anne, sentimos empatia e aprendemos a valorizar a paz, a liberdade e o respeito pelos outros. É uma forma de refletir sobre o passado e evitar que erros semelhantes se repitam.

Além disso, o livro ensina sobre coragem e esperança. Mesmo em momentos difíceis, Anne nunca deixou de escrever e sonhar com um futuro melhor. Essa força inspira qualquer pessoa, especialmente os jovens, que podem ver nela um exemplo de resistência e confiança.

Outro motivo para ler é a forma como ela escreve. Apesar de ser adolescente, ela conseguia explicar sentimentos e situações com muita clareza e emoção. O texto é simples, mas profundo, e prende o leitor do início ao fim. 

Por isso, defender a leitura de O Diário de Anne Frank é defender a memória e a importância de aprender com a história. É um livro que emociona, ensina e faz pensar. Quem o lê não encontra apenas uma história, mas uma lição de humanidade que continua atual e necessária.

Ler este diário mantém viva a voz de Anne e lembra-nos o valor da dignidade humana. Cada página faz-nos pensar no mundo que queremos e em como cada um pode defender a justiça e a paz.


Espreita o nosso vídeo:


A turma 8RA:

Beatriz Santos; Cristiano Cruz; Francisca Brito; Guilherme Gomes; Helena Campos; Helena Moreira; Inês Nunes; Inês Pinto; José Barbosa; Lara Duarte; Leonardo Ribeiro; Leonardo Silva; Margarida Alves; Margarida Silva; Mariana Moreira; Martim Ferreira; Núria Coelho; Pedro Pacheco; Rafael Moreira e Rita Brito

domingo, 28 de setembro de 2025

Eva Luna


Já li este livro há bastante tempo, mas escolhi Eva Luna, de Isabel Allende, para dar início às publicações do blogue pelo poder da palavra que ele transmite. Fiquei impressionada com a forma como Eva descobre o seu dom para contar histórias e como transforma esse talento numa poderosa ferramenta de resistência. Para ela, a palavra não é apenas um meio de expressão pessoal; é também uma forma de se ligar aos outros, de dar voz a quem muitas vezes é silenciado e de enfrentar as injustiças que encontra pelo caminho.

Enquanto lia, percebi que as histórias de Eva não são meras narrativas: cada história é um ato de coragem, uma forma de desafiar a opressão e de lutar pela liberdade e pela justiça. Senti-me tocada pela maneira como ela usa a palavra para criar laços com as pessoas, para partilhar experiências e emoções, e para transformar pequenos gestos em atos de resistência. É fascinante como algo tão simples como contar uma história pode ter tanto impacto, não só na vida de quem a conta, mas também na vida de quem a ouve ou lê.

Este livro levou-me a refletir sobre o valor da voz de cada um. Muitas vezes, desvalorizamos o poder de falar, de escrever ou de comunicar. Eva Luna mostra que a palavra pode ser uma arma de mudança, capaz de inspirar, unir e desafiar o que está errado no mundo. Mesmo quando as circunstâncias parecem difíceis ou injustas, contar a nossa história, expressar o que sentimos e partilhar a nossa visão pode realmente fazer a diferença.

A palavra não é apenas comunicação: é resistência, liberdade e transformação. Cada história contada é uma forma de lutar e devemos sempre valorizar a nossa voz e a voz dos outros.

Maria Manuel Pereira Guedes
(Docente de Física e Química)
(Adjunta do Diretor)

sábado, 20 de setembro de 2025

Vilela Literária – Início do Ano Letivo 2025/2026

Depois de umas merecidas férias, repletas – esperamos – de boas leituras, damos início a mais um ano letivo com o entusiasmo renovado do Vilela Literária.

As férias são, muitas vezes, um tempo privilegiado para ler: sem pressas, sem horários rígidos, apenas a companhia de um livro que nos transporta para outras realidades. Ler durante o verão é semear ideias, emoções e descobertas que nos acompanham no regresso às aulas.

Agora, em 2025/2026, queremos continuar a cultivar este hábito. A leitura é ferramenta essencial para aprender melhor, pensar de forma mais crítica e expressar-se com clareza. Ler ajuda-nos a compreender o mundo e também a compreender-nos a nós mesmos.

O Vilela Literária nasce, uma vez mais, para ser um espaço de partilha e de encontro entre alunos, professores, famílias e toda a comunidade escolar. Ao longo do ano, desafiamos cada leitor a trazer a sua voz, a sua visão e o seu entusiasmo.

Conto convosco para fazer deste novo capítulo uma celebração do prazer de ler.
Ler transformaLer aproxima.

Boas-vindas a 2025/2026! Vamos (re)começar esta viagem literária juntos.

O Diretor
Albino Pereira

segunda-feira, 16 de junho de 2025

 Encerramento do Vilela Literária – Ano Letivo 2024/2025

Chegamos ao fim de mais uma etapa do Vilela Literária, um projeto que nasceu com um propósito claro: promover o gosto pela leitura junto dos nossos alunos e de toda a comunidade educativa.

Ler é muito mais do que decifrar palavras – é descobrir mundos, compreender ideias, desenvolver o pensamento crítico e alimentar a imaginação. Mas para que se leia, é essencial, primeiro, gostar de ler. E esse gosto constrói-se com partilhas, com entusiasmo e com espaço para que cada um descubra os seus próprios caminhos no universo dos livros.

Neste sentido, é com enorme satisfação que vimos cada turma do Agrupamento envolver-se, criando resenhas e vídeos sobre os livros que exploraram. Estendemos o desafio à nossa comunidade – professores, pais, encarregados de educação, técnicos superiores, assistentes operacionais e técnicos – e alguns aceitaram o convite. Queremos mais. Acreditamos que a leitura une e que a escola se constrói com todos.

Parabéns a todos os participantes e, em especial, aos vencedores das melhores resenhas e vídeos de cada ciclo de ensino. O vosso trabalho inspira!


Em 2025/2026, o Vilela Literária voltará, com novas propostas, mais dinamismo e o desejo renovado de alargar esta rede de leitores. Contamos com mais vozes, mais leituras e mais participação. Porque ler transforma. Porque ler aproxima.

Boas férias e ótimas leituras!


O Diretor
Albino Pereira

segunda-feira, 12 de maio de 2025

Cabeça na Lua

 



“Para muita gente era impensável que o Homem pudesse chegar à Lua…” Mas conseguiu! Está lá uma pegada para comprovar.

Este livro foi escrito com o intuito de celebrar os 50 anos (2019) deste grandioso feito.

Através deste livro podemos conhecer melhor a história da ida do homem à lua.


Espreita o nosso vídeo!

Trabalho realizado pela turma 1CVA:

Afonso Dias, Ariana Coelho, Ariana Moreira, David Carneiro, Francisco Teixeira, Gonçalo Almeida, Guilherme Ribeiro, João Silva, João Dias, Joel Moreira, Lara Prudêncio, Lara Cunha, Luana Monteiro, Mafalda Cruz, Martim Brito, Melissa Silva, Rafael Ferreira, Ricardo Carvalho, Rodrigo Leal e Rodrigo Gonçalves