quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

O filho de mil homens


Quando li o livro O Filho de Mil Homens, de Valter Hugo Mãe,  fiquei profundamente tocada pela forma como o autor aborda temas universais como a solidão, a paternidade e a construção de laços afetivos. A forma como o escritor retrata personagens imperfeitas, mas profundamente humanas, faz com que seja impossível não nos identificarmos com as suas dores, esperanças e pequenas alegrias do dia a dia.

O que mais me cativou na obra foi a mensagem de que a família e os vínculos afetivos vão além do sangue. A história da protagonista, na busca por uma “família escolhida” e no desejo de criar ligações significativas, transmite uma lição de empatia e humanidade que permanece muito tempo depois de fechar o livro.

Outro ponto que me agradou é que já tem uma adaptação cinematográfica. Saber que a obra ganhou vida também no cinema permite que outras pessoas conheçam esta história de uma forma diferente, apreciando as personagens e os sentimentos que Valter Hugo Mãe transmitiu, agora através de imagens, atores e música. A adaptação reforça a beleza da narrativa e evidencia que a história consegue emocionar tanto na palavra escrita quanto na expressão visual.

Em resumo, gostei do livro pela sensibilidade da narrativa, pela profundidade das personagens e pela mensagem de esperança e amor humano que transmite. Saber que existe a adaptação cinematográfica torna a experiência ainda mais completa e acessível a todos os que desejam conhecer esta história tocante.

Ana Teixeira
(Docente de Inglês e Alemão)
(Elemento da Equipa PAA)
(Elemento da Equipa SAIDA da EBSRebordosa)
(Elemento da Equipa dinamizadora do Clube de Teatro da EBSRebordosa)

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