Este blog pertence ao Agrupamento de Escolas de Vilela e tem como objetivo promover o gosto pela leitura entre os elementos da comunidade educativa. É um espaço de partilha literária que incentiva a descoberta de novas obras, autores e géneros, contribuindo para o desenvolvimento do hábito de ler e para o enriquecimento cultural de todos os envolvidos.
quarta-feira, 27 de maio de 2026
A Lua de Joana
O Cuquedo
O livro conta a história de um ser misterioso chamado Cuquedo, que provoca muito medo nos animais da selva. Sempre que ouvem falar dele, todos fogem assustados, pois acreditam que o Cuquedo é muito perigoso. Ao longo da história, os animais mostram o seu medo e imaginação sobre como será esta criatura. No final, descobre-se que o Cuquedo não era tão assustador como todos pensavam, trazendo um momento divertido e inesperado. A história ensina que muitas vezes temos medo daquilo que não conhecemos e que a imaginação pode aumentar os nossos receios. Mostra também que nem tudo é tão assustador como parece e que devemos enfrentar os nossos medos com coragem.
“O medo do desconhecido pode ser maior do que a realidade e que a coragem os ajuda a descobrir a verdade.”
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Trabalho realizado pela turma 2SA:
Adryan Cunha; Afonso Silva; Alexandre Martins; carminho Ferreira; Diego Silva; Duarte Morais; Fernando Silva; Gonçalo Ferreira; José Santos; lara Bessa; Leonor Ferraz; Luís Barbosa; Mara Moreira; Maria João Bento; Maria Leonor Santos; maria Bessa; Marina Rocha; Rodrigo Moreira; Salvador Teixeira; Tiago Farias; Tomás Rocha; Vasco Leite; Victóaria Azevedo; Vitória Seabra; Simão Silva e João Silva
domingo, 17 de maio de 2026
O Incrível Rapaz que comia livros
Há um rapaz que não gosta apenas de ler livros ...
Ele faz algo completamente inesperado!
No livro O Incrível Rapaz que Comia
Livros, de Oliver Jeffers, conhecemos Henrique, um menino curioso que descobre que os livros podem ser muito mais do que histórias nas mãos — podem ser um verdadeiro “banquete” de aventuras!
Tudo começa de forma simples e quase inocente… Uma palavra aqui, uma página ali. Mas, pouco a pouco, algo estranho começa a acontecer. Ele começa a “provar” livros… e parece que quanto mais come, mais mergulha num mundo cheio de surpresas.
Mas será que comer livros é mesmo a melhor forma de aprender? E o que acontecerá quando essa curiosidade vai longe demais?
Este livro divertido, cheio de imaginação e um toque de mistério, vai fazer-te rir, pensar… e querer abrir livros sem parar.
As melhores aventuras não se comem… lêem-se!
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Trabalho realizado pela turma 1CVA:
Afonso Barros, Dinis Moreira, Duarte Pinto, Eduardo Ferreira, Íris Bessa, João Santos, Lorena Rocha, Lucas Rodrigues, Luís Moreira, Mafalda Costa, Maria Rocha, Mariana Barros, Martim Gomes, Mateus Ferreira, Míriam Ferreira, Rodrigo Duarte, Santiago Machado, Tiago Martins, Valentina Lima, Vicente Silvano
História do livro activo
Um livro para ser feliz gosta de ser lido.
Ficar numa estante não é opção.
O que terá feito este LIVRO ACTIVO para que o
lessem?
O que terá feito para sair da estante e chegar aos
leitores?
Será que conseguiu cumprir a sua missão: ser lido?
Este livro pode ser lido por qualquer um, não importa a idade.
Espreita-o e descobre o quanto é bom ler!
Porque para nós, ler é...
Viajar
Imaginar
Descobrir
Crescer
Aprender
Sonhar
Divertido
Nunca estar sozinho
Um momento mágico
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Trabalho realizado pela turma 1CVB:
Afonso Torres, Alexsander Miranda, Bernardo Cardoso, Clara Torres, Eduarda Oliveira, Emily Afonso, Francisca Cruz, Francisco Coelho, Guilherme Ferreira, Jerónimo Barbosa, Larissa Faria, Leonor Camões, Letícia Barros, Letícia Magalhães, Liliana Dias, Lourenço Silva, Maria Francisca Marques, Vitória Cunha, Yara Coelho
A nossa pele arco-íris
A exploração da obra "A nossa pele arco-íris", de Manuela Molina Cruz, desenvolveu-se de forma transversal nas áreas de Português, Estudo do Meio e Agora Nós, em estreita articulação com o Domínio de Cidadania e Desenvolvimento.
Através de uma narrativa sensível e envolvente, a obra desconstrói a ideia de uma única “cor de pele”, evidenciando a diversidade humana por meio de metáforas visuais ricas e acessíveis: peles que evocam o doce sabor do chocolate, a suavidade do leite, o calor da areia da praia ou o tom dourado do mel.
Esta abordagem constituiu uma oportunidade privilegiada para promover a valorização da diversidade, introduzir conceitos elementares de biologia e desenvolver a empatia, permitindo às crianças reconhecer a beleza da diferença de forma leve, visual e profundamente humana.
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Trabalho realizado pela turma 1SA:
Afonso Fonseca, Alice Pires; António Costa; Benedita Barbosa; Benedita Fernandes; Carolina Moreira; Diogo Barbosa; Duarte Ferreira; Elaia Soares; Francisco Guedes; Íris Leal; Kyara Carneiro; Luana Alves; Lucas Ribeiro; Lucas Seabra; Manuela Martins; Maria Eduarda Costa; Maria Francisca Sequeira; Martim Moreira; Matilde Almeida; Miguel Pimenta; Noa Moreira; Santiago Fernandes e Simão Pacheco
Há um Fantasma na Escola
A história fala sobre Anatol, um aluno que vive um pouco sozinho e distraído, e que não tem amigos, por isso sente-se deslocado na escola.
Um dia, aparece ao seu lado uma rapariga diferente e misteriosa.
Aos poucos, ele descobre que ela não é uma aluna normal, mas sim um fantasma chamado Filomena, que está na escola desde há muito tempo.
Filomena conta que precisa da ajuda de Anatol para evitar algo muito grave. Para isso, ele tem de arranjar uma maneira de evacuar toda a gente da escola — o que é difícil, porque ninguém acredita nele. A única pessoa que o pode ajudar é Julieta, que é a narradora da história.
Ao longo da história, Anatol enfrenta o medo, a solidão e o facto de ninguém acreditar nele, enquanto cria uma amizade inesperada com o fantasma.
No final, a história mostra a importância da amizade,
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Trabalho realizado pela turma 6RA:
Deivid Barbosa; Dinis Oliveira, Eric Dias; Gonçalo Teixeira; Henrique Ferreira; Letícia Ribeiro; Letícia Barbosa; Luana Barbosa; Lucas Mota; Margarida Barros, Maria Adélia Barros; Maria Inês Ribeiro; Maria Barbosa; Martim Leal, Matilde Gomes; Migeul Franco; Nicollas Felicio; Rodrigo Silva e Santiago Pinto
Os Ovos Misteriosos
“Já
imaginaram um ninho onde, em vez de apenas pintainhos, nascem um crocodilo, uma
serpente, um papagaio e até uma avestruz?
Leiam
este livro e descubram como um coração de uma mãe pode ser o maior lugar do
mundo!”
Em ‘Os Ovos Misteriosos’, Luísa
Ducla Soares convida-nos a redescobrir o significado de FAMÍLIA através
de uma narrativa que é, simultaneamente, um exercício de ternura e um manifesto
de tolerância.
A história acompanha uma galinha
que desejava muito ser mãe. Um dia, decidiu fugir para a mata e construiu um
ninho onde pôs o seu ovo; contudo, acaba por acolher e cuidar de outros ovos
que ali foram parar. O resultado é o nascimento de uma família invulgar e
divertida: nela convivem bichos que rastejam, outros que voam e outros com
penas de todas as cores.
Esta obra ensina-nos que a FAMÍLIA
é definida por quem cuida de nós. Tal como no ninho da galinha, as famílias de
hoje têm diversas formas: umas têm pai e mãe, outras têm dois pais ou duas
mães, e outras são feitas por amigos e corações que se escolhem.
Aprendemos que não precisamos de
ser todos iguais para vivermos juntos e felizes. O mais importante não é o
aspeto que temos por fora, mas sim o carinho e a proteção que damos uns aos
outros. Afinal, o amor é a única linguagem capaz de unir quem, à partida, nada
teria em comum.
Onde
existe amor, haverá sempre espaço para mais um!
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Trabalho realizado pela turma 2CVB:
Ariana Pacheco; Caio Pinto; Davi Santos; Diego Leal; Duarte Moreira; Eduardo Silva; Francisca Ribeiro; Gonçalo Rocha; Halysson Santos; Inès Moreira; Letícia Barbosa; Luena Barbosa; Maria Vitória Gregório; Mariana Sousa; Mateus Barros; Matilde Freire; Nayara Dias; Nicole Silva; Patrícia Ferreira; Ricardo Oliveira; Rodrigo Costa; Rosalino Real; Santiago Almeida e Tomás Silva
Quando Éramos Mentirosos
Quando Éramos Mentirosos, de E. Lockhart, conta uma história que, à primeira vista, parece tranquila, mas que esconde muito mais do que deixa transparecer.
A narrativa acompanha a vida de Cadence Sinclair, uma jovem pertencente a uma família rica e aparentemente perfeita, que todos os verões se reúne numa ilha privada. Ali, tudo parece saído de um paraíso: sol, mar, liberdade… e um grupo inseparável de quatro amigos — os “Mentirosos”. Entre eles existe uma ligação intensa, feita de cumplicidade, segredos e sentimentos que vão além da amizade.
No entanto, algo muda num determinado verão. Cadence sofre um acidente misterioso e, a partir daí, passa a ter lapsos de memória. Ninguém lhe explica realmente o que aconteceu, e as respostas parecem sempre escapar.
À medida que regressa à ilha, tenta reconstruir o passado. Mas será essa procura assim tão fácil?
A história alterna entre recordações e o presente, criando um ambiente cada vez mais inquietante. Aos poucos, percebe-se que, por trás da perfeição da família Sinclair, existem tensões, expectativas sufocantes e verdades difíceis de enfrentar.
É um livro curto, mas intenso, que joga muito com o que não é dito. O suspense constrói-se de forma gradual e subtil, levando o leitor a desconfiar de tudo — e de todos. E, quando finalmente tudo encaixa… nada fica igual.
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Trabalho realizado pela turma 11RA:
Agostinho Seabra; Alexandre Santos; Ana Silva; Ana Martins; Bárbara Gonçalves; Beatriz Silva; Clara Silva; Francisca Ribeiro; Gonçalo Giesta; Gonçalo Silva; Gonçalo Jesus; Henrique Sousa; João Sousa; João Machado; Lara Silva; Leonor Ferreira; Maria Carolina Loureiro; Maria Francisca Moreira; Mariana Roque; Martim Moura; Nuno Jesus; Nuno Oliveira; Rafael Nunes; Renato Santos; Rodrigo Amaral; Rui Moreira; Tiago Moreira e Vinicius Nunes
O menino recompensado
Era uma vez um menino que vivia com a sua mãe, que estava muito doente. Como eram pobres, o menino ficou muito preocupado e quis ajudá-la.
Então, pediu ajuda a uma fada boa. A fada disse-lhe que, para salvar a mãe, tinha de encontrar a “planta da vida”. O menino partiu numa viagem difícil, cheia de desafios, mas nunca desistiu.
Graças à sua coragem, bondade e esforço, conseguiu encontrar a planta e curar a mãe. No fim, foi recompensado pelo seu bom coração.
A história transmite vários valores importantes, como:
Honestidade – o menino faz sempre o que é certo, mesmo quando é difícil.
Trabalho e esforço – ele é trabalhador e não desiste, apesar das dificuldades.
Obediência – respeita regras e cumpre os seus deveres.
Bondade – ajuda os outros e trata todos com respeito.
Responsabilidade – assume as suas tarefas e leva-as a sério.
Perseverança – continua no caminho do bem, mesmo perante tentações.
A mensagem principal desta história é que, ao proceder corretamente e com bons valores, acabamos por ser recompensados ao longo da vida.
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Trabalho elaborado pela turma 4CVB
Afonso Cruz, Ana Isabel Primo, Beatriz Sousa, Bruno Pinto, Carlota Melo, David Leal, Dinis Marques, Filipe Almeida, Gonçalo Ferreira, Inês Cabral, Kyara Barbosa, Lucas Carneiro, Mara Ribeiro, Maria Clara Sousa, Mariana Sousa, Martim Machado, Rodrigo Ribeiro, Santiago Barbosa, Sofia Nunes, Vítor Neto e Yara Srarfi.
Amor e Gelato
O livro Amor e Gelato, da autora Jenna Evans Welch, é uma obra juvenil publicada pela editora Nuvem de Letras. Trata-se de um romance que aborda temas como o amor, a perda e a descoberta.
Este livro conta-nos a história de uma adolescente americana que é obrigada a ir viver para Itália com o seu pai, que desconhecia, após a morte da sua mãe. A ação decorre maioritariamente em Florença, um espaço importante para o desenvolvimento da narrativa e da própria personagem principal, Lina, compreensiva e destemida. Além da protagonista, há ainda a considerar outras personagens de relevo, como Ren e Howard, que muito irão contribuir para o desenrolar da ação. No que concerne ao narrador, este é participante e autodiegético, uma vez que a história é contada pela própria personagem principal:“Eu não queria estar ali. Não queria estar em Itália, não queria aquela casa, não queria aquela vida que me tinham imposto.”
Ao longo do romance, é possível encontrar várias referências ao quotidiano desta cidade italiana, através de pequenos excertos e frases que muito enriquecem a obra: “O pôr do sol tingia o céu de tons dourados e rosados, como se Florença estivesse a arder lentamente em beleza.”. Para além disso, a narrativa levanta algumas questões e curiosidades relacionadas com segredos familiares e importantes decisões que as personagens terão de tomar. Por outro lado, a leitura deste livro, que aborda temas como o aconchego (para quem chega a um novo local) e o quão frustrante se pode tornar a vida, dá-nos ainda a possibilidade de aceder aos pensamentos da(s) personagens, transmitindo-nos sensações de verão, leves e frescas.
Para terminar, Amor e Gelato é uma obra que combina uma linguagem simples com temas importantes e que se destaca pela forma como aborda o crescimento pessoal e a descoberta da identidade. De facto, são estas características que tornam a leitura muito mais envolvente e próxima do leitor.
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Trabalho realizado pela turma 9VB:
Afonso Marques, Afonso Barbosa, Ana Cacissa, Daniel Almeida, Dinis Ribeiro, Eduardo Teixeira, Eduardo Ribeiro, Inês Bessa, Lara Leal, Leonardo Torres, Leonor Pinto, Luana Ferreira, Luana Almeida, Maria Ribeiro, Marta Teixeira, Nadine Coelho, Pedro Brandão, Ruhan Lima, Tiago Nunes, Tomás Cunha
domingo, 3 de maio de 2026
Vanessa vai à luta
“Vanessa Vai à Luta” conta a história de uma rapariga chamada Vanessa que não gosta das coisas que dizem ser “de menina”. A mãe insiste que ela deve comportar-se de forma mais feminina para agradar aos rapazes, mas Vanessa não concorda e acha isso injusto.
Ao longo da peça de teatro, Vanessa questiona os estereótipos da sociedade, mostrando que as raparigas não têm de seguir regras só por serem raparigas. Ela prefere ser livre, fazer o que gosta e pensar pela sua própria cabeça.
Esta história é divertida, mas também faz pensar, porque mostra que todos devemos poder ser quem somos, sem nos preocuparmos com o que os outros esperam de nós.
Nós apreciamos esta obra, porque é hilariante, e, ao mesmo tempo, ensina uma lição importante: “Não devemos mudar só para agradar aos outros.”
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Trabalho realizado pela turma 6RB:
Abel Lopes; Beatriz Mendes; Beatriz Teixeira; Carlos Mendes; Carolina Nunes; Diego Slves; Duarte Santos; Francisca Ramos; Gabriel Rodrigues; Gonçalo Ferreira; Guilherem Leite; Mafalda Pacheco; Maria Mendonça; Matilde Pinto; Ruan Alcantara; Rúben Nogueira; Santiago Marques e Tomás Leal
O Fantasma de Canterville
Se gostas de histórias com fantasmas, humor e uma mensagem profunda, este livro é ideal para ti!
Imagina comprar um castelo antigo na Inglaterra e descobrir que lá vive um fantasma com mais de 300 anos. Foi exatamente isso que aconteceu à família Otis. Quando esta decide comprar o castelo, o Lorde Canterville, antigo dono, avisa que este se encontrava assombrado; no entanto, o Sr. Otis não acredita e compra a propriedade na mesma. O problema? O Sir Simon, o fantasma, habitava realmente no castelo e estava determinado a assustar todos os que ali viviam. Mas, ao contrário do esperado, a família Otis não tinha medo dele. Em vez de fugirem ou gritarem, estes revelaram atitudes completamente inesperadas, como por exemplo, fazerem várias partidas ao fantasma e oferecerem-lhe óleo para lubrificar as suas correntes. O que era para ser assustador, acabou por se tornar engraçado e cheio de situações absurdas.
Mas a história não se restringe apenas ao humor, esta é muito mais profunda. Aos poucos descobrimos que Sir Simon guarda um segredo triste e carrega uma maldição antiga. Virgínia, a filha da família, ao contrário de todos, mostra algo que ninguém esperava: compaixão e coragem para ajudar o fantasma a encontrar paz.
Este livro mistura mistério, humor e emoção, mostrando que às vezes quem parece assustador pode, na verdade, precisar apenas de ajuda. Além disso, a leitura é interessante, envolvente e cheia de momentos inesperados. Recomendamos vivamente a leitura deste livro.
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Trabalho realizado pela turma 9VC:
Adriana Leal; Gonçalo Nunes; Lucas Lopes; Maria Santos; Rodrigo Cruz; Rúben Barros; Sara Marinheiro; Sérgio Rocha; Vítor Pereira e Lígia Santos
O Rapaz e o Robô
João é um rapaz que não gosta de estudar e tem dificuldade em enfrentar tarefas difíceis, principalmente na escola. Um dia, depois de mais uma nota baixa, ele encontra dinheiro e decide comprar um robô. Esse robô é igual a João, mas muito mais inteligente e capaz: vai à escola, faz os trabalhos, participa das provas e até cumpre tarefas que João gostaria de evitar.
No início, João acha ótimo poder aproveitar a vida enquanto o robô faz tudo por ele. Ele passa a depender totalmente da máquina, que se torna mais competente do que ele em tudo. Mas, com o tempo, João percebe que não pode deixar que o robô viva sua vida por ele. Em um momento de perigo, quando o robô tenta ajudar uma criança que caiu na água, João precisa agir sozinho e percebe a importância de enfrentar seus próprios desafios.
No final, João entende que fugir das responsabilidades não leva a nada e que é fundamental assumir suas obrigações, aprender com os erros e crescer com as experiências da vida. A história mostra, de forma divertida e reflexiva, que ninguém pode viver por outra pessoa e que coragem e esforço próprio são essenciais.
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Trabalho realizado pela turma 5RA:
Afonso Gomes; Ana Sousa; Bianca Moreira; Diego Ferreira; Francisco Pinto; Gabriel Costa; Gonçalo Ferreira; Hugo Ferreira; Inês Barbosa; Joana Silva; Letícia Dias; Luana Barbosa; Mafalda Moreira; Maria Oliveira; Rodrigo Faustino; Safira Rocha; Salvador Barbosa; Santiago Moreira e Sara Pinto
A (in)felicidade de Sara Lisa
A (In)felicidade de Sara Lisa acompanha a vida de Sara, uma jovem que parece ser comum, mas que por dentro vive um turbilhão de emoções, dúvidas e inseguranças. Ao longo da narrativa, o leitor entra no seu mundo interior, marcado por reflexões sobre o verdadeiro significado da felicidade.
Sara Lisa questiona constantemente aquilo que sente e aquilo que é esperado dela. Apesar de estar rodeada de pessoas e de viver experiências típicas da juventude, sente frequentemente um vazio difícil de explicar. Esta sensação leva-a a procurar respostas e um guia para a infelicidade.
A cidade do Porto, especialmente a área da Ribeira do Porto, serve como cenário simbólico para esta jornada interior, refletindo o estado emocional da protagonista e acompanhando as suas mudanças ao longo do tempo.
Perdida por entre as ruas do Porto, numa manhã soalheira, Sara Lisa tropeça em Gael, um sem-abrigo que fala francês, e pede-lhe que a ensine a ser infeliz.
Este encontro fortuito inicia uma amizade improvável e uma série de peripécias bizarras em busca da tão desejada desgraça.
Um livro que nos faz mergulhar por desafios emocionais e que nos permite crescer e confrontar os nossos medos e fragilidades. Muito curioso neste livro é que defende que a escrita pode nascer da felicidade, contrariando a ideia de que o sofrimento é inspirador e essencial à criação.
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Trabalho realizado pela turma 10VA:
Trabalho realizado por: Afonso Machado, Alexandra Carneiro, Gabriel Almeida, Inês Ferreira, João Pina, Leonor Martins, Leonor Pacheco, Mafalda Machado, Maria Leonor Azevedo, Maria Brito, Mariana Moreira, Martim Cruz, Martim Brito, Matilde Cruz, Rodrigo Ribeiro, Santiago Ribeiro, Sérgio Oliveira, Érica Cunha, Rodrigo Jordão, Lara Souza
O manuscrito secreto da sala 14
Trata-se de uma história em que a personagem principal, Afonso, perde uma aposta com colegas e é obrigado a cumprir um castigo: passar tempo na biblioteca da escola. O que parecia ser uma tarefa aborrecida transforma-se numa grande aventura quando ele encontra um livro antigo e misterioso, com textos escritos por alunos de cerca de trinta anos antes.
Nesse livro aparecem histórias estranhas e divertidas, como contos de bolachas apaixonadas, poemas sobre meias perdidas e cartas escritas com molho de tomate.
Esses textos foram criados numa antiga oficina de escrita criativa orientada pelo excêntrico Professor Jeremias Sardinha. Curioso, Afonso decide investigar o mistério do professor e da antiga oficina de escrita. Para isso conta com a ajuda de alguns colegas: Matilde, muito talentosa na escrita e sarcástica; Tomás, que adora lanches e o Nuno, inicialmente rival, mas que acaba por se interessar pela literatura.
Juntos, eles iniciam uma missão para encontrar o Professor Sardinha e reativar o clube de escrita da escola. Durante a aventura, enfrentam várias situações cómicas ligadas à língua e à escola, como erros de pontuação, “inimigos literários”, visitas do Ministério da Educação e até um cato chamado Eça.
No final, a história mostra que a imaginação, a leitura e a escrita têm poder para unir pessoas e criar ideias, valorizando a criatividade, a memória e o gosto pela literatura.
Em síntese:
É uma aventura de um grupo de alunos que descobre um manuscrito antigo e decide recuperar um clube de escrita, aprendendo a importância da imaginação e das palavras.
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Trabalho realizado pela turma 5RB:
André Queirós; Beatriz Macahdo; Beatriz Leal; Bianca Campos; Carlos Moreira; Eduarda Almeida; Francelina Oliveira; Francisco Ferreira; Gabriel Silva; Henzo Thomaz; Hugo Leal, Íris Nunes; Margarida Nogueira; Maria Silva; Martim Sousa; Pedro Dias; Pedro Oliveira; Pedro Miguel Oliveira; Rafael Almeida e Rita Amaral
Irmãos Brasileiros
Esta história é sobre dois irmãos Brasileiros, Júlia e Enzo, que vivem uma aventura ao mudarem-se para Portugal. Tinham uma vida perfeita no Brasil junto dos pais, amigos e avós. No entanto, com a chegada a Portugal vieram as adaptações, principalmente as linguísticas, por exemplo, tiveram que trocar misto quente por tosta mista, ponto de ônibus por paragem de autocarro, entre muitas outras palavras.
Mas, com o passar do tempo, os irmãos começaram a sentir-se mais ambientados e menos confusos com as palavras. E quando chegou o Natal já grandes lições haviam aprendido, concluíram que não importa onde moram, o fundamental é adaptarem-se e estarem juntos de quem amam.
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Trabalho realizado pela turma 3CA
Beatriz Teixeira; Carolina Ferreira; Catarina Brandão; Cíntia Costa; Clara Lopes; Dinis Ribeiro; Enrique Alves; Julieta Mendonza; Leonardo Barros; Lucas Ribeiro; Maria Silva; Mayara Leal; Raquel Vieira; Rodrigo Neves; Salvador Neto; Santiago Santos; Simão Barbosa; Simão Passos, Sofia Pinto e Vasco Branco
O Rapaz ao Fundo da Sala
O Lugar do Ahmet - (O Rapaz do Fundo da Sala).
Sentado ao fundo, num canto isolado,
Está um rapaz que só sente temor.
O Ahmet chegou agora, muito calado,
A fugir da guerra e de toda a dor.
Ele atravessou um mar que era gigante,
Num barco pequeno e com muita aflição.
Chegou à escola como um visitante,
À procura de ajuda e de uma mão.
Mas quatro amigos decidiram ajudar,
Pois ninguém merece ficar na solidão.
Fizeram o Ahmet voltar a brincar,
E deram-lhe um lugar no seu coração.
Há sempre alguém que gosta de chatear,
Mas ser antipático não é solução.
O que vale mesmo é saber apoiar,
E mostrar que temos uma boa intenção.
Eles criaram um plano de aventura,
Para a família dele tentarem trazer.
Com uma amizade que é forte e pura,
Tudo o que é difícil pode acontecer.
Se queres sentir esta força vibrante,
Abre este livro e começa a lê-lo.
É uma história que te puxa para diante,
E vais ter orgulho em conhecê-lo.
Vais descobrir que um gesto pequeno,
ou mesmo um simples olhar,
Torna o dia de alguém mais sereno,
E ajuda o mundo a se renovar.
Nós somos o grupo que já o leu,
E agora faltas tu para o terminar.
Vê o mundo que o Ahmet conheceu,
E vem connosco partilhar.
Aceita o convite e entra na história,
Vais ver como é bom saber acolher.
Fica com esta lição na memória,
E nunca te canses de aprender.
A Criada
A Criada é um thriller psicológico de Freida McFadden, autora norte-americana conhecida por histórias cheias de suspense, reviravoltas inesperadas e pela exploração de relações humanas marcadas pela manipulação e pelo abuso.
A narrativa acompanha Millie Calloway, uma jovem com antecedentes criminais que aceita trabalhar como criada na casa da família Winchester, vendo nesta oportunidade uma forma de recomeçar a sua vida. Desde o início, estranha o comportamento de Nina Winchester, a patroa, que se revela instável, provocadora e cruel. Nina humilha Millie e cria conflitos constantes, aparentando ter atitudes desajustadas. Em contraste, Andrew, o marido, apresenta-se como educado, simpático e compreensivo, parecendo ser vítima do comportamento da esposa. Contudo, esta perceção revela-se errada. Millie descobre que Nina não é louca: o seu comportamento é uma estratégia. Durante anos, Andrew foi um marido violento, manipulador e controlador. Para se proteger, Nina passou a agir de forma imprevisível e perturbadora, tentando desestabilizá-lo psicologicamente e reduzir o controlo que ele exercia sobre si. Ao mesmo tempo, Nina desenvolve um plano para se libertar. Quando conhece Millie, percebe que ela corresponde ao tipo de mulher que atrai Andrew e prevê que ele se interessará por ela. O seu comportamento estranho também tem como objetivo afastar Andrew, levando-o a expulsá-la de casa e a concentrar-se em Millie. O plano resulta: Andrew envolve-se com Millie e começa a revelar a sua verdadeira personalidade. As atitudes abusivas que tinha com Nina passam a ser dirigidas à criada. Quando Nina é expulsa, sai com a filha, mas regressa ao perceber que Millie está em perigo. Juntas, enfrentam Andrew e acabam por matá-lo em legítima defesa.
A obra mostra como as aparências podem enganar e aborda temas como o abuso doméstico, a manipulação psicológica e a sobrevivência, mantendo o leitor em constante tensão.
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Trabalho realizado pela turma 12RA
Beatriz Sousa; Carolina Carneiro; Fabiana Faustino; Filipe Marques; Francisca Coelho; Inês Giesta; Inês Ribeiro; Íris da Silva; Joana Nogueira; João Leal; Lara Salgado; Lara Ferreira; Letícia Faustino; Maria Inês Gomes; Raquel Leite; Rodrigo Fernandes; Rui Pereira; Samuel Magalhães; Sérgio Rocha; Tatiana Silva; Tomás Silva e Tomás Brito