sexta-feira, 14 de março de 2025

O menino estrela

 


Era uma vez dois lenhadores que regressavam para a sua aldeia, numa noite fria, quando viram uma estrela cadente. Ao aproximarem-se do sítio onde caiu, encontraram uma criança envolvida num manto dourado. Um dos lenhadores levou o Menino-Estrela para casa e cuidou dele, mas ele tornou-se vaidoso e cruel por se achar mais bonito que os outros.

Um dia, uma mulher pobre chegou à aldeia e reconheceu o Menino-Estrela como seu filho, mas este não acreditou nela pois ele era tão bonito e a mulher era tão feia.

Por negar a mãe, o Menino-Estrela tornou-se muito feio e mais ninguém quis falar com ele. Então decidiu caminhar pelo mundo até encontrar a mãe para lhe pedir perdão.

Chegou a uma cidade e pediu para entrar, mas os guardas não deixaram e venderam-no como escravo a um feiticeiro. O feiticeiro ordenou-lhe que trouxesse a moeda de ouro branco que se encontrava na floresta. Lá encontrou uma lebre que estava presa numa armadilha e, com pena, libertou-a. Esta, por gratidão, ajudou-o a encontrar a moeda.

De volta à cidade, viu um pobre leproso que lhe pediu uma moeda e o Menino-Estrela, com pena, deu-lhe a moeda de ouro. Quando chegou junto do feiticeiro foi castigado.

Nos dias seguintes o feiticeiro voltou a mandar o Menino-Estrela à procura das moedas de ouro amarelo e vermelho. A lebre continuou a ajudá-lo, mas ele dava-as sempre ao leproso, mesmo ameaçado de morte.

A piedade e humildade demonstrada quebrou o feitiço e o Menino-Estrela voltou a ser bonito, mas ele só queria o perdão da sua mãe. Entre a multidão na cidade encontrou-a e pediu perdão.

O Menino-Estrela descobriu que o leproso era na verdade o rei e seu pai e a rainha era a sua mãe. O Menino-Estrela tornou-se rei e governou com justiça e misericórdia durante três anos.

 

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Trabalho realizado pela turma 5RC:

Afonso Ferreira, Afonso Nogueira, Fernando Moreira, Gabriel Gomes, Letícia Bessa, Maria Inês Antas, Martim Coelho, Matilde Luís, Rodrigo Barroso, Rodrigo Ferreira, Rodrigo Coelho, Rodrigo Ribeiro, Rodrigo Pinheiro, Santiago Moreira, Santiago Silva, Sofia Barbosa, Vicente Carvalho, Vitória Coelho, Vitória Andrade e Mafalda Silva

A ovelhinha preta

 


É uma história simples e encantadora, que nos alerta para a importância da diferença e da igualdade morarem no mesmo lugar. Todos nós devemos ter um olhar tolerante e respeitador para aceitar que não somos todos iguais nem por fora nem por dentro. É necessário ter a capacidade de perceber que ser diferente não é defeito. É uma característica, que nos torna únicos e nos dá identidade. A ovelhinha preta era diferente na sua cor, mas também se distinguia pela sua coragem, determinação e lealdade. Características que foram determinantes para que ela conseguisse salvar todo o rebanho durante a tempestade de neve. Contudo, o Piloto, o cão-pastor, apenas queria que a ovelhinha preta fosse obediente e pouco pensadora. As personagens, construídas com recurso a poucos elementos, revelam uma personalidade própria muito vincada e, no confronto entre cão e ovelha, assistimos a um jogo de oposições muito bem construído. Os desenhos são muito simples, a preto e branco, e são particularmente eficazes no reforço da mensagem a transmitir:

TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS!


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Trabalho realizado pela turma 1CVB:

Ariana Pacheco, Caio Pinto, Davi Santos, Diego Leal, Duarte Moreira, Eduardo Silva, Francisca Pinto, Gonçalo Rocha, Halysson Santos, Inês Moreira, Letícia Barbosa, Luena Barbosa, Maria Vitória Gregório, Mariana Sousa, Mateus Barros, Matilde Freirte, Nayara Dias, Nicole Silva, Patrícia Ferreira, Ricardo Oliveira, Rodrigo Costa, Rosalino Leal, Santiago Almeida e Tomás Silva


quinta-feira, 13 de março de 2025

Inferno - O Mundo em guerra 1939-1945

Este livro é uma análise decorrente da Segunda Guerra Mundial, escrita pelo historiador Max Hastings. Diferente de outras obras que focam apenas estratégias militares e decisões políticas, “Inferno” destaca a experiência humana da guerra, tanto dos soldados quanto dos civis.

Hastings examina todos os principais cenários do conflito, incluindo a Europa, o Pacífico, a União Soviética e a África, explorando as batalhas, as campanhas e as atrocidades cometidas por ambos os lados. O livro traz relatos impactantes de testemunhas oculares, soldados de diferentes nacionalidades e vítimas civis, dando a conhecer a brutalidade e o sofrimento que marcaram aquele período. O autor também discute as decisões dos grandes líderes, como Hitler, Churchill, Roosevelt e Stalin, analisando as suas escolhas e a forma como estas influenciaram o curso da guerra. Além disso, destaca o impacto do conflito sobre a sociedade global daquela época, e as suas consequências no mundo atual.

Para concluir, podemos dizer, que ,“Inferno”, não é apenas um livro sobre a Segunda Guerra, mas também um estudo profundo sobre a destruição, o sofrimento e a resiliência humana face ao maior conflito da história

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Trabalho realizado pela turma 8VB:

Afonso Marques, Afonso Barbosa, Ana Cacissa, Daniel Almeida, Dinis Ribeiro, Eduardo Teixeira, Eduardo Ribeiro, Inês Bessa, Lara Leal, Leonardo Torres, Leonor Pinto, Luana Ferreira, Luana Almeida, Maria Leonor Ribeiro, Marta Teixeira, Nadine Coelho, Pedro Brandão, Tiago Nunes, Tomás Cunha e Ruhan Lima


quarta-feira, 12 de março de 2025

O bando da meia noite


Tom era um aluno de um colégio interno muito chique, mas a sua vida mudou, quando levou uma bola de críquete na cabeça e foi levado para o hospital Lord Funt, um lugar que parecia ter saído de um pesadelo. Ao acordar, encontrou o porteiro assustador e, em seguida, conheceu a enfermeira chefe, que impunha regras severas, como apagar as luzes às 20h e proibir doces. Mal sabia Tom que estava prestes a viver uma grande aventura.

À meia-noite, enquanto a enfermeira dormia, as crianças, exceto Sally, uma menina doente, saíram para explorar. Tom, curioso, seguiu-as até a cave do hospital, onde queria juntar-se ao bando da meia-noite, mas precisava de passar por algumas provas. Ele conseguiu  e tornou-se um membro do grupo.

No terceiro dia, os médicos disseram que Tom poderia ir embora, mas ele não queria despedir-se dos amigos. Inventando uma desculpa, ele acabou por fazer exames, que deram negativos. O diretor do hospital contactou o colégio, e Tom, num impulso, correu para a cave e  escondeu-se na lavandaria, onde encontrou o porteiro, que havia sido demitido.

Após algum tempo, a enfermeira e o diretor desistiram de procurá-los. Naquela noite, Tom disfarçou-se de médico e, com a ajuda do porteiro, distraiu a enfermeira para injetá-la com um sedativo. Juntos, Tom e seus amigos, foram até Sally, que estava a ficar cada vez pior.

Quando o diretor do hospital viu Sally sorrindo novamente, ficou feliz e recontratou o porteiro, enquanto a enfermeira foi demitida. No dia seguinte, Tom reencontrou seus pais, que, na verdade, enviavam cartas toda semana, mas o diretor do colégio queimava-as. Tom ficou aliviado ao saber que seus pais se importavam com ele.


Citações relevantes:

«Eu fiz-lhe uma promessa uma vez e depois desiludia-a»

«Não a posso decepcionar outra vez»

«Tom explicou às outras crianças a sua visão, para concretizar o sonho de Sally»

«Esta é a minha vida gritou a menina muito contente»

«Pela expressão, dos rostos, era óbvio que eles tinham ficado profundamente sensibilizados com o que tinham acabado de ver»

«O que foi verdadeiramente belo foi ver esta minha paciente a sorrir»

Comentário pessoal:

O que mais apreciamos foi o facto de serem crianças que estavam num hospital, e, mesmo assim, poderem realizar os seus sonhos.

O que menos apreciamos foi que uma das crianças estava com cancro em fase terminal, e, como os pais da menina viviam muito longe e eram pobres, não conseguiam ir visitá-la.

Aconselhamos a leitura deste livro, visto que é um livro que relata uma aventura muito divertida, onde cinco crianças, depois de se conhecerem num hospital, partiam todos os dias, à meia-noite, para realizarem os seus sonhos.

Este livro possui uma escrita humorística e cativante para todas as idades, com piadas durante toda a leitura.

As ilustrações que acompanham a narrativa são muito apelativas e permitem-nos visualizar todos os pormenores e imaginar com facilidade todos os cenários descritos

Moral da história                      

Esta história permite refletir sobre a preciosidade da saúde, a importância da inclusão em grupos e a importância da amizade uns com os outros.


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Trabalho realizado pela turma 6RA:

Afonso Sousa, Afonso Silva, Aicha Moumni, Ana Lourenço, Carolina Ferreira, Dinis Silva, Eduarda Barros, Francisca Morais, Francisca Santos, Isis santos , Joana Silva, João Pacheco, João Cruz, Lara Leal, Leonor Neto, Leonor Pinto, Leonor Oliveira, Luís Faustino, Matilde Araújo, Matilde Barbosa, Pedro Campos, Rúben Pimenta, Rúben Machado e Victória Silva


terça-feira, 11 de março de 2025

O Senhor Rimas


Era uma vez um carteiro, chamado Senhor Rimas que morava na aldeia Não-Sei-Onde Moras, num prédio enorme, que quase tocava o céu. Esse prédio não era exatamente  igual a todos os que conhecemos, pois, pertencia a uma só família. Cada filho ocuparia  um andar, para que quando crescessem, continuassem a morar, no mesmo lugar. Mas  a vida foi diferente, todos encontraram o seu caminho na cidade grande. Só ficou o mais  novo, de seu nome, Senhor Rimas, alcunha que ganhou, pois,sempre que falava, rimava. Aos meninos da escola dizia:

Bom dia meninos

Espero que estudem português.

Assim, sabem rimar,

Tal como eu a falar!

Ao talhante, acrescentava:

Bom dia Senhor talhante,

Que bom vê-lo por aqui,

Saiba, uma coisa que é,

Eu gosto muito de si.

À menina Teresa, proclamava:

Olá menina Teresa, 

Tome lá, da mamã.

Tenho a certeza

Que boa notícia será!

E ia rimando, sempre, sem parar!

Todos adoravam as suas rimas, mas, ao longo do tempo, cansaram-se do que ouviam.  Marcaram uma reunião na praça, para discutir o assunto. Concluíram que devia fazer  terapia da fala.

O Senhor Rimas não concordou, pegou nos seus pertences e…

No seu carro azul foi pegar

Para a sua aldeia abandonar…

Começou a conduzir

E o carteiro teve pena de ir! 

Todos ficaram muito tristes, e decidiram procurá-lo, mas não o encontraram! Os  serviços centrais prometeram mandar uma substituta, que ninguém queria.

Logo, logo, a substituta chegou,

Mas, ninguém acreditou!

Chamava-se Rosa,

Alegre e cheirosa!

Fazia bem o seu trabalho, mas a tristeza reinava!

Passou muito tempo… 

Os irmãos do carteiro regressaram para passar férias e ocuparam a casa. Os habitantes  concluíram que o Senhor Rimas retornara. Juntaram-se e rimaram:

Senhor Rimas

És perfeito, assim!

Volta a entregar encomendas,

Também para mim!

Tens de voltar!

És o nosso carteiro preferido,

E, nisso, não paramos de pensar!

Rapidamente descobriram que ele não regressara. Voltaram a procurá-lo… Rosa amuou!!!

Porque gostam mais dele?

Acham-no mais popular?

Já sei… vou tentar rimar,

Assim, mais de mim vão gostar!

E, ficou por ali, não ajudou nas buscas!

A Rosa triste ficou

Porque ninguém a aceitou!

À frente do portão foi parar…

O carteiro apareceu, e começou a rimar! Finalmente, chegou!

A notícia correu rápido, com perfeição… Todos felizes, ficaram!

Rosa se apaixonou,

Com o carteiro morou,

E tudo melhorou!

Muito tempo se passou…

O amor aconteceu

E um bebé nasceu!

Um piso, à casa, acrescentaram, Para dar continuidade à tradição!


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Trabalho realizado pela turma 3SA:


Alice Costa, Ana Campos, Aurora Couto, Beatriz Soares, Benedita Barros, Bernardo Barros, Carlos Barbosa, Carlota Amorim, Carlota Barros, Diogo Costa, Francisca Neves, Francisca Teixeira, Gustavo Pinto, Joana Dias, Mariana Pinto, Mateus Neto, Matilde Ferreira, Paulo Silva, Rafael Santos, Rodrigo Pereira, Sofia Gouveia, Soraia Moreira Stanislawa Barros e Maria Letícia Santos

segunda-feira, 10 de março de 2025

Tudo me lembra de ti

 


Será alguém capaz de derrubar um amor recíproco? 

Será alguém capaz de impedir o amor de uma mãe que já sofreu tanto e dava tudo para recomeçar?

Nesta obra, somos envolvidos pelo sentimento de fracasso de Kenna, a sensação de que falhou em toda a sua vida: como pessoa, como namorada, como mãe e filha. Um sentimento que quase lhe levou uma vida inteira. Temos uma mulher solitária e a força do seu amor genuíno.

As decisões que tomou afetam a sua vida de forma interna e externa. Fica o desejo do reencontro, de apagar o passado, de fazer tudo certo novamente. A necessidade de recomeçar uma vida nova e ser uma mãe presente como nunca conseguiu ser.

A dor do luto traz tantas sensações, não é? Quando não ultrapassamos como deveríamos, acabamos por manter sentimentos de revolta contra outras pessoas. Ferimos quem não tem culpa da nossa dor.

A felicidade também existe aqui, porque o amor supera todos os obstáculos, desgostos e inseguranças. O amor que Ledger sente pela Kenna é lindo e forte, porque nasce de uma necessidade: a necessidade de ser amado.

"Tudo Me Lembra de Ti" é uma história emocionalmente destruidora, que cativa o leitor desde a primeira página. Colleen Hoover oferece uma história que é ao mesmo tempo bela e devastadora, uma narrativa que desencadeia uma montanha-russa de sentimentos. A forma como a autora aborda temas delicados como a perda, o trauma e o recomeço é inspiradora. Ela mostra-nos a resiliência do espírito humano e a capacidade de encontrar esperança, mesmo nos momentos mais sombrios.

É uma obra-prima emocional que nos deixou com o coração partido e, ao mesmo tempo, cheio de amor e gratidão. Uma leitura que recordaremos constantemente pelo poder do amor e da importância de valorizarmos cada momento precioso da vida.


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Travalho realizado pela turma 10RA:

Agostinho Seabra, Alexandre Santos; Ana Martins, Bárabra Gonçalves, Beatriz Silva, Francisca Ribeiro, Gonçalo Giesta, Gonçalo Silva, Gonçalo Jesus, Henrique Sousa, João Sousa, João Machado, Lara Silva, Leonor Ferreira, Maria Carolina Loureiro, Maria Francisca Moreira, Mariana Roque, Martim Moura, Matilde Nogueira, Nuno Jesus, Nuno Oliveira, Rafael Nunes, Renato Santos, Rui Moreira, Tiago Moreira, Vinicius Nunes, Clara Silva e  Rodrigo Amaral


Não abras este livro

- Se a minha mãe me comprou o livro por que não posso abri-lo?

Já verás! Este livro vai surpreender-te!


Não Abras Este Livro escrito por Andy Lee e ilustrado por Heath McKenzie cativa pelo texto e pelas ilustrações muito coloridas.

O título, muito chamativo, “fala” connosco, deixa-nos ansiosos e curiosos sobre o conteúdo do livro.

Ao abrir este livro pela primeira vez, sentimo-nos noutro universo, parece que estamos dentro dele.

Ao longo da história há uma sensação de teimosia, sentimo-nos rebeldes. Fazemos aquilo que não é suposto fazer: PARAR e obedecer à personagem Wizz, um monstro chato e, ao mesmo tempo, divertido que não gosta que viremos as páginas.

Porém, é Wizz que torna a história maravilhosa e que, sem querer, provoca no leitor um efeito oposto ao pretendido, acabando por nos convencer a que viremos as páginas mais e mais. No final, acontece algo engraçado ao monstro Wizz.

Ao longo do livro, há um suspense constante, parece que tem mistério por dentro, fica-se interessado em saber como acaba a história.

Este é o livro perfeito para pessoas curiosas!

Se o lerem vão ficar muito felizes!

Recomendamos este livro a todos os leitores, a idade não importa… Wizz está à espera ao virar de cada página… não o desiludam!

Pensamos que para incentivar uma pessoa a ler devemos recomendar um bom livro ou um livro que tenhamos gostado, como é o caso de Não Abras Este Livro.

Leiam, pois ficamos com boas ideias para escrevermos todo o tipo de textos.

 

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Trabalho realizado pelo 4CVB:

Angélica Cunha, Ariana Barros, Bianca Ferraz, Bruna Machado, Diogo Oliveira, Enzo Pereira, Inès Silvano, Leonor Leal, Leonor Ferreira, Leonor Cunha, Maria Coelho, Matilde Ferreira, Miguel Sousa, Nuno Cardoso, Océane Ferreira, Rafael Silva, Rodrigo Bessa, Salvador Martins, Tiago Pereira, Tomás Leal e Tomás Lopes