terça-feira, 17 de março de 2026

Quando Vires um Gato Branco

 


O livro Quando Vires um Gato Branco, é da autoria Saki Murayama, autora que nasceu a 17 de janeiro de 1963, residente em Nagasaki, Japão. licenciada em Literatura Infantil. Esta iniciou a sua carreira literária a escrever para crianças e jovens, área onde rapidamente se destacou pela sensibilidade narrativa e pela forma delicada como aborda temas como o crescimento, a perda e a esperança. O seu primeiro grande sucesso foi Chiisana Eri (A Pequena Eri), publicado em 1993, obra que lhe valeu o reconhecimento nacional ao conquistar o Prémio de Literatura Infantil Mainichi.  O livro Quando Vires um Gato Branco (Hyakka No Maho) decorre na majestosa Loja de Departamentos Hoshino, um edifício histórico que resiste à modernidade acelerada da cidade. A narrativa inicia-se com a descrição da rotina exemplar da loja, onde o atendimento ao cliente é elevado a uma verdadeira arte. Porém, a Hoshino não é apenas um espaço comercial: segundo uma lenda urbana, um misterioso gato branco percorre os seus corredores e aparece apenas a quem carrega um sofrimento profundo ou enfrenta decisões importantes. A história organiza-se em capítulos, sendo que cada um deles se centra em diferentes funcionários. Isana, a disciplinada operadora do elevador, vivia presa à promessa do pai que a deixou na loja quando era criança. A aparição do gato leva-a a refletir sobre o presente e a aceitar a família que construiu ali. Sakiko, especialista em sapatos, acredita que o calçado certo pode conduzir a destinos melhores, mas sente-se atormentada por uma discussão do passado. Guiada por pequenos sinais ligados ao gato, encontra coragem para curar as suas feridas emocionais. Kengo, relojoeiro solitário e perfeccionista, sente que não pertence àquele mundo luxuoso. Ao descobrir um relógio antigo com um segredo e ao seguir o rasto do gato, acaba por compreender a história da loja e encontrar o seu sentido de pertença. Já Ichika, a arquivista mergulhada no luto, descobre o gato branco em fotografias antigas, percebendo que ele atravessa gerações e simboliza continuidade e esperança. Num interlúdio especial, a narrativa apresenta a perspetiva do próprio gato, revelando-o como um guardião compassivo. No final, o gato não resolve os problemas, mas inspira cada personagem a encontrar coragem para transformar a própria vida. 


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A Turma 10TIG

Ângelo Leal; Daniel Barroso; Dinis Brito; Emanuel Ventura; Iúri Ferreira; Leonor Monteiro; Leonor Nunes; Luciano Leal; Rodrigo Alves; Rui Rocha; Lara Guimarães; Dinis Neves; Núria Faria; Vagner Graça; Ana Souza e João Oliveira

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