domingo, 17 de maio de 2026

A nossa pele arco-íris

 


A exploração da obra "A nossa pele arco-íris", de Manuela Molina Cruz, desenvolveu-se de forma transversal nas áreas de Português, Estudo do Meio e Agora Nós, em estreita articulação com o Domínio de Cidadania e Desenvolvimento.

Através de uma narrativa sensível e envolvente, a obra desconstrói a ideia de uma única “cor de pele”, evidenciando a diversidade humana por meio de metáforas visuais ricas e acessíveis: peles que evocam o doce sabor do chocolate, a suavidade do leite, o calor da areia da praia ou o tom dourado do mel.

Esta abordagem constituiu uma oportunidade privilegiada para promover a valorização da diversidade, introduzir conceitos elementares de biologia e desenvolver a empatia, permitindo às crianças reconhecer a beleza da diferença de forma leve, visual e profundamente humana.


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Trabalho realizado pela turma 1SA:

Afonso Fonseca, Alice Pires; António Costa; Benedita Barbosa; Benedita Fernandes; Carolina Moreira; Diogo Barbosa; Duarte Ferreira; Elaia Soares; Francisco Guedes; Íris Leal; Kyara Carneiro; Luana Alves; Lucas Ribeiro; Lucas Seabra; Manuela Martins; Maria Eduarda Costa; Maria Francisca Sequeira; Martim Moreira; Matilde Almeida; Miguel Pimenta; Noa Moreira; Santiago Fernandes e Simão Pacheco

Há um Fantasma na Escola

 

A história fala sobre Anatol, um aluno que vive um pouco sozinho e distraído, e que não tem amigos, por isso sente-se deslocado na escola.

Um dia, aparece ao seu lado uma rapariga diferente e misteriosa.

Aos poucos, ele descobre que ela não é uma aluna normal, mas sim um fantasma chamado Filomena, que está na escola desde há muito tempo.

Filomena conta que precisa da ajuda de Anatol para evitar algo muito grave. Para isso, ele tem de arranjar uma maneira de evacuar toda a gente da escola — o que é difícil, porque ninguém acredita nele. A única pessoa que o pode ajudar é Julieta, que é a narradora da história.

Ao longo da história, Anatol enfrenta o medo, a solidão e o facto de ninguém acreditar nele, enquanto cria uma amizade inesperada com o fantasma.

No final, a história mostra a importância da amizade,

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Trabalho realizado pela turma 6RA:

Deivid Barbosa; Dinis Oliveira, Eric Dias; Gonçalo Teixeira; Henrique Ferreira; Letícia Ribeiro; Letícia Barbosa; Luana Barbosa; Lucas Mota; Margarida Barros, Maria Adélia Barros; Maria Inês Ribeiro; Maria Barbosa; Martim Leal, Matilde Gomes; Migeul Franco; Nicollas Felicio; Rodrigo Silva e Santiago Pinto

Os Ovos Misteriosos

 


“Já imaginaram um ninho onde, em vez de apenas pintainhos, nascem um crocodilo, uma serpente, um papagaio e até uma avestruz?

Leiam este livro e descubram como um coração de uma mãe pode ser o maior lugar do mundo!”

 

Em ‘Os Ovos Misteriosos’, Luísa Ducla Soares convida-nos a redescobrir o significado de FAMÍLIA através de uma narrativa que é, simultaneamente, um exercício de ternura e um manifesto de tolerância.

 

A história acompanha uma galinha que desejava muito ser mãe. Um dia, decidiu fugir para a mata e construiu um ninho onde pôs o seu ovo; contudo, acaba por acolher e cuidar de outros ovos que ali foram parar. O resultado é o nascimento de uma família invulgar e divertida: nela convivem bichos que rastejam, outros que voam e outros com penas de todas as cores.

 

Esta obra ensina-nos que a FAMÍLIA é definida por quem cuida de nós. Tal como no ninho da galinha, as famílias de hoje têm diversas formas: umas têm pai e mãe, outras têm dois pais ou duas mães, e outras são feitas por amigos e corações que se escolhem.

 

Aprendemos que não precisamos de ser todos iguais para vivermos juntos e felizes. O mais importante não é o aspeto que temos por fora, mas sim o carinho e a proteção que damos uns aos outros. Afinal, o amor é a única linguagem capaz de unir quem, à partida, nada teria em comum. 

Onde existe amor, haverá sempre espaço para mais um!

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Trabalho realizado pela turma 2CVB:

Ariana Pacheco; Caio Pinto; Davi Santos; Diego Leal; Duarte Moreira; Eduardo Silva; Francisca Ribeiro; Gonçalo Rocha; Halysson Santos; Inès Moreira; Letícia Barbosa; Luena Barbosa; Maria Vitória Gregório; Mariana Sousa; Mateus Barros; Matilde Freire; Nayara Dias; Nicole Silva; Patrícia Ferreira; Ricardo Oliveira; Rodrigo Costa; Rosalino Real; Santiago Almeida e Tomás Silva

Quando Éramos Mentirosos

 

Quando Éramos Mentirosos, de E. Lockhart, conta uma história que, à primeira vista, parece tranquila, mas que esconde muito mais do que deixa transparecer.

A narrativa acompanha a vida de Cadence Sinclair, uma jovem pertencente a uma família rica e aparentemente perfeita, que todos os verões se reúne numa ilha privada. Ali, tudo parece saído de um paraíso: sol, mar, liberdade… e um grupo inseparável de quatro amigos — os “Mentirosos”. Entre eles existe uma ligação intensa, feita de cumplicidade, segredos e sentimentos que vão além da amizade.

No entanto, algo muda num determinado verão. Cadence sofre um acidente misterioso e, a partir daí, passa a ter lapsos de memória. Ninguém lhe explica realmente o que aconteceu, e as respostas parecem sempre escapar.

À medida que regressa à ilha, tenta reconstruir o passado. Mas será essa procura assim tão fácil?

A história alterna entre recordações e o presente, criando um ambiente cada vez mais inquietante. Aos poucos, percebe-se que, por trás da perfeição da família Sinclair, existem tensões, expectativas sufocantes e verdades difíceis de enfrentar.

É um livro curto, mas intenso, que joga muito com o que não é dito. O suspense constrói-se de forma gradual e subtil, levando o leitor a desconfiar de tudo — e de todos. E, quando finalmente tudo encaixa… nada fica igual.


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Trabalho realizado pela turma 11RA:

Agostinho Seabra; Alexandre Santos; Ana Silva; Ana Martins; Bárbara Gonçalves; Beatriz Silva; Clara Silva; Francisca Ribeiro; Gonçalo Giesta; Gonçalo Silva; Gonçalo Jesus; Henrique Sousa; João Sousa; João Machado; Lara Silva; Leonor Ferreira; Maria Carolina Loureiro; Maria Francisca Moreira; Mariana Roque; Martim Moura; Nuno Jesus; Nuno Oliveira; Rafael Nunes; Renato Santos; Rodrigo Amaral; Rui Moreira; Tiago Moreira e Vinicius Nunes

O menino recompensado


Era uma vez um menino que vivia com a sua mãe, que estava muito doente. Como eram pobres, o menino ficou muito preocupado e quis ajudá-la.

Então, pediu ajuda a uma fada boa. A fada disse-lhe que, para salvar a mãe, tinha de encontrar a “planta da vida”. O menino partiu numa viagem difícil, cheia de desafios, mas nunca desistiu.

Graças à sua coragem, bondade e esforço, conseguiu encontrar a planta e curar a mãe. No fim, foi recompensado pelo seu bom coração.

A história transmite vários valores importantes, como:

  • Honestidade – o menino faz sempre o que é certo, mesmo quando é difícil. 

  • Trabalho e esforço – ele é trabalhador e não desiste, apesar das dificuldades. 

  • Obediência – respeita regras e cumpre os seus deveres. 

  • Bondade – ajuda os outros e trata todos com respeito. 

  • Responsabilidade – assume as suas tarefas e leva-as a sério. 

  • Perseverança – continua no caminho do bem, mesmo perante tentações. 

A mensagem principal desta história é que, ao proceder corretamente e com bons valores, acabamos por ser recompensados ao longo da vida.

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Trabalho elaborado pela turma 4CVB

Afonso Cruz, Ana Isabel Primo, Beatriz Sousa, Bruno Pinto, Carlota Melo, David Leal, Dinis Marques, Filipe Almeida, Gonçalo Ferreira, Inês Cabral, Kyara Barbosa, Lucas Carneiro, Mara Ribeiro, Maria Clara Sousa, Mariana Sousa, Martim Machado, Rodrigo Ribeiro, Santiago Barbosa, Sofia Nunes, Vítor Neto e Yara Srarfi.



Amor e Gelato

 


O livro Amor e Gelato, da autora Jenna Evans Welch, é uma obra juvenil publicada pela editora Nuvem de Letras. Trata-se de um romance que aborda temas como o amor, a perda e a descoberta.

Este livro conta-nos a história de uma adolescente americana que é obrigada a ir viver para Itália com o seu pai, que desconhecia, após a morte da sua mãe. A ação decorre maioritariamente em Florença, um espaço importante para o desenvolvimento da narrativa e da própria personagem principal, Lina, compreensiva e destemida. Além da protagonista, há ainda a considerar outras personagens de relevo, como Ren e Howard, que muito irão contribuir para o desenrolar da ação. No que concerne ao narrador, este é participante e autodiegético, uma vez que a história é contada pela própria personagem principal:“Eu não queria estar ali. Não queria estar em Itália, não queria aquela casa, não queria aquela vida que me tinham imposto.”

Ao longo do romance, é possível encontrar várias referências ao quotidiano desta cidade italiana, através de pequenos excertos e frases que muito enriquecem a obra: “O pôr do sol tingia o céu de tons dourados e rosados, como se Florença estivesse a arder lentamente em beleza.”. Para além disso, a narrativa levanta algumas questões e curiosidades relacionadas com segredos familiares e importantes decisões que as personagens terão de tomar. Por outro lado, a leitura deste livro, que aborda temas como o aconchego (para quem chega a um novo local) e o quão frustrante se pode tornar a vida, dá-nos ainda a possibilidade de aceder aos pensamentos da(s) personagens, transmitindo-nos sensações de verão, leves e frescas. 

Para terminar, Amor e Gelato é uma obra que combina uma linguagem simples com temas importantes e que se destaca pela forma como aborda o crescimento pessoal e a descoberta da identidade. De facto, são estas características que tornam a leitura muito mais envolvente e próxima do leitor.

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Trabalho realizado pela turma 9VB:

Afonso Marques, Afonso Barbosa, Ana Cacissa, Daniel Almeida, Dinis Ribeiro, Eduardo Teixeira, Eduardo Ribeiro, Inês Bessa, Lara Leal, Leonardo Torres, Leonor Pinto, Luana Ferreira, Luana Almeida, Maria Ribeiro, Marta Teixeira, Nadine Coelho, Pedro Brandão, Ruhan Lima, Tiago Nunes, Tomás Cunha

domingo, 3 de maio de 2026

Vanessa vai à luta

 


“Vanessa Vai à Luta” conta a história de uma rapariga chamada Vanessa que não gosta das coisas que dizem ser “de menina”. A mãe insiste que ela deve comportar-se de forma mais feminina para agradar aos rapazes, mas Vanessa não concorda e acha isso injusto.

Ao longo da peça de teatro, Vanessa questiona os estereótipos da sociedade, mostrando que as raparigas não têm de seguir regras só por serem raparigas. Ela prefere ser livre, fazer o que gosta e pensar pela sua própria cabeça.

Esta história é divertida, mas também faz pensar, porque mostra que todos devemos poder ser quem somos, sem nos preocuparmos com o que os outros esperam de nós.

Nós apreciamos esta obra, porque é hilariante, e, ao mesmo tempo, ensina uma lição importante: “Não devemos mudar só para agradar aos outros.”

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Trabalho realizado pela turma 6RB:

Abel Lopes; Beatriz Mendes; Beatriz Teixeira; Carlos Mendes; Carolina Nunes; Diego Slves; Duarte Santos; Francisca Ramos; Gabriel Rodrigues; Gonçalo Ferreira; Guilherem Leite; Mafalda Pacheco; Maria Mendonça; Matilde Pinto; Ruan Alcantara; Rúben Nogueira; Santiago Marques e Tomás Leal