quinta-feira, 6 de março de 2025

O Mapeador de Ausências

 


O Mapeador de Ausências é um livro escrito pelo Mia Couto, um autor muito conhecido de Moçambique, que foi publicado em 2020. A história fala sobre memória, identidade e como o passado colonial ainda afeta as pessoas hoje. É uma narrativa bonita e reflexiva, com uma linguagem poética que caracteriza sempre os livros do Mia Couto.

A história gira em torno de um homem chamado Diogo Santiago. Ele volta à sua terra natal depois de muitos anos longe. Quando estava lá fora, ele pensava muito no pai, que tinha sido um funcionário durante o tempo do colonialismo. O pai dele viveu tempos difíceis, cheios de violência e conflitos, porque Moçambique passou por guerras e mudanças importantes na altura.

Quando Diogo regressa, percebe que as lembranças que trazia da sua terra e do pai não são exatamente como as coisas estão agora. As pessoas contam histórias diferentes sobre o pai dele, e isso faz com que ele comece a questionar o que realmente aconteceu. Ele começa então a tentar entender melhor quem era o pai e também quem ele próprio é. Esta viagem acaba por ser uma forma de redescobrir-se enquanto pessoa.

O pai de Diogo representa uma geração que sofreu muito com o colonialismo e as guerras. Procurar o pai ausente é como procurar uma parte da história de Moçambique que ficou perdida ou esquecida. O livro mostra como o passado colonial ainda está vivo nas vidas das pessoas hoje, moldando como elas se relacionam e como se sentem pertencentes ao seu país.

Como em outros livros do Mia Couto, a natureza desempenha um papel importante. Os rios, as florestas e as paisagens moçambicanas parecem quase personagens da história. Eles ajudam a contar a narrativa e refletem os sentimentos dos personagens.

Em resumo, O Mapeador de Ausências é um livro que explora questões profundas sobre memória, identidade e colonialismo. Com palavras bonitas e cheias de emoção, Mia Couto convida-nos a pensar sobre as coisas que perdemos — tanto pessoalmente quanto como sociedade — e sobre como essas perdas nos ajudam a crescer e a conhecer-nos melhor.

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Trabalho realizado pela turma 12TD:

André Carneiro, David Ferreira, Diogo Leal, Francisco Sousa, Gonçalo Silva, Gonçalo Marujo, Gonçalo Ferreira, Guilherme Santiago, Hugo Carvalho, Inês Couto, Inês Pinto, João Moreira, João Garcez, Leonardo Santos, Luana Ferreira, Margarida Silva, Paulo Barros, Pedro Pacheco, Pedro Marques, Rodrigo Coelho, Rodrigo Alves, Rodrigo Ribeiro e Sandra Coelho


Segue os teus sonhos, miúda!

 

Este livro relata a insegurança que nós temos em certos momentos, mas que não a devemos ter, pois não importa se somos feios, bonitos, altos, baixos, novos ou velhos.

Há um episódio da história que relata um acontecimento de uma menina, a Tal, que falava duas línguas, sendo que a mais falada era o mandarim e a menos conhecida era o português. Por isso, não falava com quase ninguém, porque se sentia muito insegura ao falar com as colegas.

Um dia, a Tal estava na escola e, nesse dia, tinha um teste. No momento em que tira o porta-lápis para o escrever, a sua manga ficou presa ao fecho e, quando tentou puxá-la, o porta-lápis “voou”, espalhando tudo pelo chão da sala de aula.

Entretanto, a sua colega Benedita ofereceu-lhe ajuda. Ela aceitou. Mas, como estava zangada, pronunciou uma palavra em mandarim. Ao ouvir a palavra que não entendia, Benedita ficou curiosa, querendo saber o que a sua amiga tinha dito. Tal explicou-lhe que essa palavra, no seu país, era pronunciada quando alguém estava muito zangada, expressando a sua revolta, e que era em língua mandarim. A colega foi contar a toda a gente da escola que Tal falava mandarim. Todos e todas as colegas vieram ter com ela para que lhes traduzisse palavras de português. E foi desta forma que Tal deixou de ter receio e de se sentir insegura. Às vezes, também temos medo de fazer algumas coisas por acharmos que somos incapazes. No entanto, isso não deve acontecer. Devemos dar mais valor a nós próprios.

Esta obra mostra-nos, através de pequenas histórias, que devemos dar mais valor ao nosso trabalho.

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Trabalho realizado pela turma 6RD:

Adriana Sousa, Afonso Ferreira, Ana Pacheco, André Rocha, Anita Bessa, David Santos, Francisco Coelho, Gonçalo Leal, Hélder Bessa, Leonor Sousa, Luna Silveira, Maria Francisca Nogueira, Maria Ferreira, Mariana Martins, Martim Barbosa, Martim Pacheco, Matilde Silva, Mayara Alves, Nuno Moreira, Rafaela Paiva, Rita Aguiar, Rúben Dias e Vitória Machado

O triunfo dos porcos

 


O Triunfo dos Porcos – Uma Alegoria do Poder e da Corrupção

Publicado em 1945, O Triunfo dos Porcos (Animal Farm, no original) é uma das obras mais conhecidas de George Orwell. Trata-se de uma fábula política que utiliza animais para representar acontecimentos históricos e denunciar os perigos do totalitarismo. O livro é uma alegoria da Revolução Russa e da ascensão de regimes autoritários, explorando temas como a corrupção do poder, a manipulação da verdade e a perda de ideias revolucionárias.

A história desenrola-se numa quinta onde os animais, fartos dos maus-tratos do agricultor Jones, decidem instaurar um novo regime, baseado nos princípios da igualdade e da justiça. No entanto, rapidamente os porcos, liderados por Napoleão, assumem o controlo e começam a distorcer as regras em seu benefício. Ao longo do livro, os ideais que inicialmente guiavam a revolução vão sendo traídos, levando na famosa frase: “Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros.”

Orwell constrói uma narrativa simples, mas profundamente simbólica, demonstrando como o poder absoluto corrompe e como a propaganda pode ser usada para controlar as massas. A figura de Napoleão espelha líderes autoritários, como Estaline, enquanto os outros animais representam diferentes classes sociais e atitudes perante a opressão. A crescente repressão e a distorção da realidade tornam-se evidentes, à medida que os porcos consolidam o seu domínio.

Apesar de ter sido escrito há quase 80 anos, O Triunfo dos Porcos mantém-se incrivelmente atual, servindo de aviso contra a manipulação política, o autoritarismo e a perpetuação da injustiça sob pretextos idealistas.


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Trabalho realizado pela turma 11VA:

Alexandra Pinto, Eduarda Nunes, Henrique Ferreira, Inês Garcês, Jorge Leal, Leonor Ribeiro, Letícia Ferreira, Maria dos Anjos Guimarães, Mariana Nogueira e Sara Silva



Histórias Supimpas de Arrepiar

 


Histórias Supimpas de Arrepiar  

Jeffrey Patrick Kinney é um escritor e criador de Cartoons norte-americano designer de jogos, autor, escritor de literatura infantil  cujo trabalho ficou conhecido após escrever a série de livros chamada “o Diário de Um Banana”. Nessa série, Kinney traz a história de quando era adolescente, em que passa por muitos contratempos durante o ensino básico.  

Nasceu a 19 de fevereiro de 1971. É casado e tem dois filhos. 

A coleção “ Diário de um banana” venceu o prestigiado prémio Nickelodeon Kids’ Choice Awards em 2010, 2011, e 2012. 

A Penguin Random House Grupo Editorial é a divisão, em língua portuguesa e espanhola, do grupo editorial internacional Penguin Random House, criado em 2013 após a fusão da Random House com a Penguin.  

São parte integrante do grupo Bertelsmann, com origem numa tipografia fundada em 1835, e hoje com presença global nos setores de média, serviços e educação, em mais de 50 países. 

A missão do grupo a nível mundial é fomentar a paixão pela leitura através da publicação de livros que respondam à diversidade de gostos e às necessidades de uma sociedade plural.  

Curiosidades e apresentação da história 

Alguns livros da série (como por exemplo “o Diário de um Banana” e outros) são baseados na vida do autor quando era adolescente e passava por vários contratempos. 

Neste livro, a personagem principal é o Rowley( o melhor amigo de Greg Heffley) que imagina várias histórias de arrepiar com a sua família. Ele gosta de jogar videojogos e ir para sítios assustadores como se vê no livro.  

Contracapa-Resumo 

Agarra na lanterna, mete-te debaixo dos cobertores e mergulha no mundo comicamente estranho do imaginário do Rowley, o melhor amigo do Greg Heffley. Vais encontrar zumbis, vampiros, fantasmas e finais que deixam qualquer um com pele de galinha. 


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Trabalho realizado pela turma 7RC:

Afonso Morais, Ana Oliveira, Beatriz Vieira, Beatriz Barros, Carlos Sousa, Daniel Ribeiro, Dinis Barros, Diogo Martins, Eduardo Silva, Inês Barbosa, João Silva, Leonor Campos, Leonor Silva, Letícia Tostes, Mariana Rocha Martim Barbosa, Neuza Santos, Ricardo Barbosa, Rita Loureiro, Rúben Santos, Tiago Moreira e Júlia Silva



 

Cavalheiro Ladrão

 

Se gostas de histórias cheias de mistério, ação e reviravoltas inesperadas, Cavaleiro Ladrão (Arsène Lupin) é um livro que não podes perder! Aqui encontras nove contos emocionantes sobre Arsène Lupin, um ladrão cavalheiro que usa a sua inteligência brilhante, charme e habilidades incríveis para enganar os seus adversários e escapar das situações mais difíceis.

Desde fugas espetaculares da prisão até roubos de joias super elaborados, cada conto traz uma nova aventura cheia de astúcia e humor. E não penses que ele é um simples criminoso! Lupin tem um estilo único e um sentido de justiça muito próprio – escolhe os seus alvos com cuidado e encara a polícia e os detetives com uma elegância imbatível.

Maurice Leblanc criou um personagem tão cativante que ainda hoje inspira livros, filmes e séries. A escrita envolvente e as histórias cheias de surpresas fazem deste livro uma leitura viciante para quem adora mistério e genialidade.

Se és fã das aventuras de Sherlock Holmes ou de outras histórias sobre mestres do crime, Arsène Lupin vai conquistar-te. Prepara-te para entrar num mundo de intrigas e descobrir como este ladrão brilhante consegue estar sempre um passo à frente dos seus perseguidores!

Se não gostas de ler, não há problema! Há vários filmes e séries sobre Arsène Lupin que podes ver. Mas acredita, nada ultrapassa a magia de ler e imaginar cada detalhe destas aventuras incríveis!


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Trabalho realizado pela turma 9VB:

Afonso Machado, Alexandre Dias, Elisabete Nunes, Érica Cunha, Inês Ferreira, Lara Leal, Leonor Monteiro, Leonor Martins, Leonor Leal, Letícia Ferreira, Mafalda Machado, Maria Brito, Mariana Barbosa, Martim Cruz, Martim Mendes, Pedro Lopes, Roberto Pacheco, Sérgio Oliveira, Tânia Barros e Tiago Costa


segunda-feira, 3 de março de 2025

Isto acaba aqui

 


O livro escolhido pela turma 12TM do Curso Profissional de Técnico de Multimédia para o Plano de Leitura foi “Isto acaba aqui”, de Colleen Hoover.

O tema gira em torno do amor, relação abusiva, a violência doméstica e a superação, sendo inspirado na experiência pessoal da autora. Algo extremamente relevante no contexto atual, dado o número crescente de jovens que enfrentam relações desrespeitosas e violentas, muitas vezes não identificadas.

O livro conta a história de Lily Bloom, uma jovem que se apaixona por um neurocirurgião. A relação torna-se abusiva, e Lily vê-se presa num ciclo de violência semelhante ao que a sua mãe viveu. Quando o seu primeiro amor reaparece, Lily ganha coragem para tomar a decisão de quebrar esse padrão.

Escolhemos este livro para a escola porque o tema é importante, além de tratar temas essenciais da saúde emocional dos adolescentes, também serve para sensibilizar os jovens sobre o que é uma relação saudável e o que não deve ser tolerado. A leitura deste livro permite refletir sobre os próprios limites, a importância do respeito e da comunicação, temas fundamentais na formação de uma sociedade mais consciente e empática.

Além disso, a escrita de Colleen Hoover é acessível e cativante, o que faz com que os alunos se sintam mais motivados para ler, pois a autora consegue equilibrar momentos de tensão e reflexão com uma escrita fluida e estimulante, o que facilita a compreensão de temas complexos sem tornar a leitura difícil ou desinteressante.

Outro ponto a favor deste livro é sua capacidade de provocar debates e discussões construtivas entre os estudantes, o que é uma ótima oportunidade para trabalhar competências de argumentação, pensamento crítico e empatia.

 

"Eu sei que ele me ama. Mas isso não é o suficiente."

Esta frase expressa o dilema de Lily, que se vê dividida entre o amor e a necessidade de proteger a si mesma e à sua felicidade devido ao amor abusivo.


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Trabalho relaizado pela turma 12TM:

Ana Rocha, Anma Cunha, Bruno Águia, Bruno Moreira, Carlos Dias, Diogo Couto, Diogo Coelho, Gonçalo Rocha, José Miguel Pinto, Letícia Silva, Lúcia Costa, Mara Dias, Marta Nunes e Pedro Martins


 

 

A girafa que comia estrelas

 


Era uma vez a girafa Olímpia que era muito alta e andava sempre com a cabeça enfiada nas nuvens. Vivia na savana com a sua mãe. A mãe ralhava com ela porque tinha medo que se constipasse.

Olímpia andava nas nuvens à procura de anjos, em especial da sua avó. À noite ela comia estrelas que tinham sabor a pêssego.

Um dia encontrou uma galinha do mato, a Dona Margarida, que tinha o ninho nas nuvens.

Elas tornaram-se amigas. Às vezes, a Dona Margarida ia pelo mundo viajar com as nuvens.


A certa altura as nuvens desapareceram do céu e por isso não chovia. Passado um mês a savana começou a secar e os animais a morrer.

A Olímpia era a única que não se queixava porque comia as estrelas, mas tentou arranjar uma solução.

Foi ter com a Dona Margarida para a ajudar e ela disse-lhe para soprar com força para juntar as nuvens. Depois arranjou maneira de fazer a girafa espirrar, tirou uma pena e colocou-a no nariz dela para espirrar.


O espirro sacudiu as nuvens e começou a chover. Choveu durante três dias e a savana voltou a ficar verde. Até hoje, as girafas continuam a ser amigas das galinhas do mato.

Este livro leva o nosso imaginário a viajar entre a savana e as estrelas, escrito por José Eduardo Agualusa.



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Trabalho realizado pela turma 2CVA:

Alice Cruz, Diego Barros, Elena Alves, Fábio Ferreira, Gabriel Matos, Gabriel Bessa, Inês Queirós, Íris Leal, João Mendes, Luana Cruz, Lucas Freire, Maria Pacheco, Maria Sousa, Mariana Rocha, Matias Barros, Pedro Bessa, Sabrina Tavares, Santiago Pedrosa, Simão Costa e Tomás Silva.